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O mistério da mortalidade de peixes tucunarés na Barragem do Prata

Por Blog do Vanguarda
30 de agosto de 2023
O mistério da mortalidade de peixes tucunarés na Barragem do Prata
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A vida de um peixe depende da qualidade da água, seja para a sua alimentação, seja para a sua reprodução ou ainda para a sua respiração. No caso de aparecimento de peixes mortos em um corpo hídrico, é necessário considerar as causas naturais e/ou antrópicas.

Os fatores naturais podem ser: variação da temperatura, alteração da salinidade, parasitoses e decomposição de material orgânico – mesmo sendo natural o ser humano pode influenciar. Como fatores antrópicos (causados pelo homem) temos: lançamento de dejetos, agrotóxicos e substâncias químicas.

O peixe tucunaré é nativo da Bacia Amazônica e está sendo introduzido em vários estados brasileiros por ser muito apreciado na pesca esportiva. O crescimento exponencial da população dessa espécie deve-se a diversos fatores – dieta diversificada; exótico, sem predadores; potencial territorialista e alta fecundidade. Seus hábitos são diurnos, vivendo em grupos e com preferência por águas transparentes e lênticas (águas paradas). Na caça de suas presas, aguarda pacientemente entre a vegetação aquática, estruturas subaquáticas, troncos ou pedras.

Geralmente, é mais ativo durante as primeiras horas da manhã e no final da tarde, quando as condições de luz são mais favoráveis para caçar.

A Barragem do Prata tem uma capacidade de 41,9 milhões de metros cúbicos de água, distribuída para as cidades de Caruaru, Agrestina, Ibirajuba, Altinho, São Joaquim do Monte e Cachoeirinha. Nela são encontradas outras espécies de peixes, como a tilápia, a piaba e a traíra.

Uma das formas de identificar a causa da morte desses animais é de acordo com o tempo de mortandade – ocorrendo entre 1 e 2 dias, indica que foi por substâncias tóxicas; de 4 a 5 dias, ocorre por doenças infecciosas, e a por poluição crônica se dá em um prazo de 9 a 10 dias. Para esses períodos, não podemos desprezar o volume de água, a espécie do peixe, as condições climáticas e o tipo de poluente. De acordo com os moradores e os pescadores, os peixes apareceram mortos entre um a dois dias.

Na Barragem do Prata há, em grande quantidade, a planta aquática Baronesa que fica na superfície da água e se proliferação acentuadamente em locais poluídos por esgotos. Elas são filtros que absorvem as impurezas da água, mas quando morrem, o que a planta absorveu, é devolvido à água do rio. Os hábitos comportamentais, alimentares, as características do peixe Tucunaré, a qualidade do ambiente aquático e a dinâmica da barragem do Prata são subsídios para chegarmos a uma conclusão acerca da morte de peixe exótico, mas a análise dos peixes mortos indicará, de forma precisa, o que realmente aconteceu.

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