
O descarte inadequado de medicamentos pode gerar grandes prejuízos ao meio ambiente e, consequentemente, à nossa saúde. Quando descartados na pia ou no vaso sanitário, essas substâncias não são completamente tratadas pelas estações de esgoto doméstico, pois elas não possuem tecnologia suficiente para remover esses compostos. Assim, os resíduos podem contaminar o solo, o lençol freático, os rios e até chegar ao mar.
Quando jogados no lixo comum, os medicamentos também representam riscos, pois podem contaminar o solo e o ar, além de possibilitar a reutilização indevida por coletores ou causar intoxicação em animais domésticos.
As embalagens de papel e as bulas podem ser descartadas no lixo comum. No entanto, medicamentos vencidos ou que não serão mais utilizados devem ser levados a farmácias, drogarias ou Unidades de Saúde para o descarte correto. É importante ter cuidado redobrado com agulhas e materiais perfurocortantes, que devem ser transportados em recipientes seguros, como garrafas PET, até o local de coleta.
Antes de descartar chapas ou filmes de raio-X, é recomendável consultar um médico sobre a necessidade de guardá-los. O descarte adequado deve ser feito em Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou no local onde o exame foi realizado. Exames como radiografias, tomografias, ressonâncias e ultrassonografias contêm materiais potencialmente tóxicos que podem contaminar o solo e a água.




