sábado, 11 de julho de 2026

Pazuello se reúne com presidente da Fiocruz para discutir produção e distribuição da vacina contra a Covid-19

O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello com a presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade Lima, para discutir o cronograma de produção da vacina contra a Covid-19 no país. Ela ressaltou que a entidade está se esforçando para que os brasileiros tenham acesso à vacina no menor espaço de tempo.

Inicialmente, segundo o Ministério da Saúde, o Brasil deve importar os produtos. A previsão é de que a vacina seja fabricada no país a partir de abril de 2021, na unidade técnico-científica Bio-Manguinhos.

No final de junho, a pasta firmou parceria a empresa farmacêutica AstraZeneca para a produção da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido. Cerca de R$ 1,9 bilhão devem ser investidos para a produção e aquisição do produto no Brasil.
Fonte: Brasil 61

Congresso deve votar nesta semana medidas provisórias que perderão a validade

Deputados federais e senadores devem votar nesta semana quatro medidas provisórias publicadas pelo governo federal e que vão perder a validade em 7 de setembro, feriado nacional. Na lista, está uma MP que flexibiliza até 31 de dezembro as regras de licitações e contratos firmados por toda a administração pública e uma MP  que mudam as regras de contratação de aeronautas pelo poder público.

Além disso, os parlamentares ainda precisam votar duas medidas provisórias que abrem crédito extraordinário para ações relacionadas ao enfrentamento do novo coronavírus.

Deputados e senadores também precisam votar uma MP que perde a validade na próxima quinta-feira (3) que autoriza os órgão públicos a pagarem antecipadamente por bens os serviços indispensáveis, seja para assegurá-los ou para economizar recursos.
Fonte: Brasil 61

PE registra um total de 110.583 pacientes recuperados da Covid-19

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, ontem (1º.09), 1.748 novos casos da Covid-19. Entre os confirmados, 29 (2%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e os outros 1.719 (98%) são leves, ou seja, pacientes que não demandaram internamento hospitalar e que já estavam curados, ou na fase final da doença. Agora, Pernambuco totaliza 127.287 casos já confirmados, sendo 25.562 graves e 101.725 leves.

Além disso, o boletim registra um total de 110.583 pacientes recuperados da doença. Destas, 14.904 eram pacientes graves, que necessitaram de internamento hospitalar, e 95.679 eram casos leves.

Os casos graves confirmados da doença estão distribuídos por 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha e da ocorrência de pacientes e outros Estados e países.

Também foram confirmados laboratorialmente 21 óbitos (sendo 14 do sexo masculino e 7 do sexo feminino). Os novos óbitos confirmados são de pessoas residentes nos municípios de Alagoinha (1), Bezerros (1), Brejo da Madre de Deus (1), Ilha de Itamaracá (2), Itambé (1), Jaboatão dos Guararapes (3), Machados (1), Ouricuri (1), Passira (1), Paulista (1), Recife (3), Saloá (1), Santa Maria do Cambucá (1), São Caitano (1), Serra Talhada (1) e Sirinhaém (1). Com isso, o Estado totaliza 7.614 mortes pela doença.

As mortes registradas no boletim ocorreram entre 24 de abril e 31 de agosto. Do total de mortes do informe de hoje, 9 (43%) ocorreram nos últimos três dias, sendo 2 óbitos registrados na segunda-feira (31/08), 2 em 30/08 e 5 em 29/08. Os outros 12 registros (57%) ocorreram entre os dias 24/04 e 28/08.

Os pacientes tinham idades entre 42 e 95 anos, além de um bebê de 2 meses. As faixas etárias são: 0 a 9 (1), 40 a 49 (1) 50 a 59 (4), 60 a 69 (4), 70 a 79 (6), 80 anos ou mais (5). Dos 21 pacientes que vieram a óbito, 16 apresentavam comorbidades confirmadas: diabetes
(10), doença cardiovascular (9), hipertensão (8), doença respiratória (2), câncer (2), histórico de AVC (2), doença pulmonar (1), histórico de tabagismo (1), imunossupressão (1), doença de Alzheimer (1), doença renal (1) e obesidade (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Um não tinha comorbidades e os demais estão em investigação.

Com relação à testagem dos profissionais de saúde com sintomas de gripe, em Pernambuco, até agora, 20.807 casos foram confirmados e 32.792 descartados. As testagens entre os trabalhadores do setor abrangem os profissionais de todas as unidades de saúde, sejam da rede pública (estadual e municipal) ou privada. O Governo de Pernambuco foi o primeiro do país a criar um protocolo para testar e afastar os profissionais da área da saúde com sintomas gripais.

Brasil se aproxima de quatro milhões de casos confirmados de Covid-19

Ontem (01), os dados do Ministério da Saúde sobre a pandemia apontaram que o Brasil se aproxima de quatro milhões de casos confirmados de Covid-19. São 3.950.931 diagnósticos em todo o país e 122.596 mortes acumuladas desde o início da crise sanitária.

O percentual de recuperados, segundo o governo federal, é de 80%. São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e Minas Gerais seguem como os locais mais afetados pela pandemia até o momento. No cenário mundial, o Brasil fica atrás apenas dos Estados Unidos no número total de mortes e casos confirmados.

Fonte: Brasil 61

Caruaru: 93,67% dos pacientes já se recuperaram do novo coronavírus

A Secretaria de Saúde de Caruaru informa que até esta terça (1) 93,67% dos pacientes já se recuperaram do novo coronavírus.

O número de testes realizados subiu para 19.054 dos quais 6.755 foram através do teste molecular e 12.299 do teste rápido, com 7.087 confirmações para à Covid-19.

O número de casos descartados subiu para 11.442.

Também já foram registrados 27.905 casos de síndrome gripal, dos quais 1.813 foram orientados a ficar em isolamento domiciliar.

Setembro Amarelo adverte para cuidados com a saúde mental

Apesar da capacidade humana de se adaptar com facilidade a mudanças, a população em geral vem sofrendo com a abrupta quebra de rotina promovida pela pandemia do novo coronavírus. O isolamento social vem provocando sobrecargas emocionais nas pessoas e já é um tema que preocupa profissionais de saúde mental do mundo inteiro. Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) promovem no âmbito nacional o Setembro Amarelo, uma campanha voltada a salvar vidas, fortalecendo a prevenção ao suicídio. De acordo com dados de 2019 da Organização Mundial da Saúde (OMS), 9,3% da população brasileira sofre de ansiedade e 5,8%, de depressão, segundo a ABP, principal causa relacionada aos suicídios no Brasil.
 “Uma das principais características dos seres humanos é a necessidade de viver em grupos e por isso somos considerados seres sociais. Portanto, em períodos de isolamento, o mal estar psicológico pode acontecer e podemos nos sentir mais frágeis ou agressivos, o que prejudica nosso sistema imunológico, pois já é comprovado que o excesso de tristeza ou estresse compromete nossas defesas biológicas”, é o que afirma o psicanalista e professor universitário Glauco Guedes.
Em tempos de reclusão, os números de pessoas com comprometimento da saúde mental podem aumentar espantosamente. Considerada o mal do século, na quarta posição entre as principais causas de incapacitação laboral, a depressão, em casos mais graves, pode levar ao suicídio. No Brasil, anualmente, o número de pessoas que atentam contra a própria vida passa dos 13 mil, de acordo com o último levantamento do Ministério da Saúde. Destes, segundo a ABP, quase 97% dos casos tinham ligação com transtornos mentais que poderiam ter sido tratados.
O especialista orienta que as pessoas tentem se fazer presentes, ainda que fisicamente longe, pelos meios possíveis, um telefonema, mensagens de texto ou vídeochamadas, por exemplo. “Aproveite a solitude para fazer o que você mais gosta: ver um bom filme, praticar meditações e boas leituras, organizar a casa ou ouvir uma boa música”, aconselha.
De acordo com Glauco, a busca pela prática de exercícios físicos e a conexão mesmo que virtual com os entes e amigos podem ser determinantes para manter o equilíbrio psíquico. “Não adianta limpar as mãos a todo instante e não dormir bem, não se alimentar de maneira saudável e ficar em pânico com pensamentos de que tudo vai ser pior do que já está acontecendo”, completa.
Buscar ajuda profissional diante de qualquer sinal de instabilidade emocional é primordial. “Ao perceber sua angústia ou algum outro sintoma que cause desconforto mental é importante iniciar um tratamento de psicanálise para que alguém possa lhe ouvir com atenção e sem julgamentos”, finaliza o psicanalista.
Diario de Pernambuco

Auxílio emergencial terá mais quatro parcelas de R$ 300

Em anúncio nesta terça-feira (1º), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) oficializou a prorrogação de mais quatro parcelas de R$ 300 do Auxílio Emergencial.

Bolsonaro se reuniu no Palácio da Alvorada, em Brasília, com líderes e presidentes de partidos do Centrão antes de anunciar a prorrogação do benefício. Havia expectativa em relação ao valor das parcelas desta prorrogação. O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendia R$ 200.

O Auxílio Emergencial foi criado em abril para ajudar trabalhadores informais afetados pela pandemia de Covid-19. A previsão inicial era de três parcelas de R$ 600. A primeira prorrogação estendeu o benefício por mais duas parcelas de R$ 600. Com a nova prorrogação, o auxílio terá ao todo nove parcelas – sendo cinco de R$ 600 e quatro de R$ 300.

Nesta terça, o presidente se reuniu, no Palácio da Alvorada, com líderes partidários para defender que o valor não seja alterado pela Câmara. Para estabelecer o novo valor, o presidente enviará uma medida provisória ao Congresso. Isso porque a lei que rege o auxílio emergencial permite a prorrogação por ato do Executivo sem a necessidade de validação do Legislativo, mas desde que fosse mantido o valor original de R$ 600.

A medida provisória tem força de lei imediata, embora o Congresso possa mudar o valor durante a tramitação. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), porém, já sinalizou a Bolsonaro que o Congresso aceitaria o novo valor a ser proposto pelo governo. “Nós [os congressistas] temos responsabilidade”, afirmou Maia neste mês. Segundo ele, a análise deve considerar o impacto da medida nas contas públicas.

A prorrogação do auxílio emergencial ocorre em meio às dificuldades da equipe econômica de criar um novo programa social que represente uma expansão em relação ao Bolsa Família. O auxílio emergencial foi criado originalmente para durar três meses (tendo como base os meses de abril, maio e junho). Depois, o governo prorrogou por duas parcelas (julho e agosto). O valor de R$ 600 foi mantido em todo esse período. Inicialmente, Guedes propôs parcelas de R$ 200 por beneficiário. O Congresso pressionou por um aumento para R$ 500, mas o valor acabou fechado em R$ 600 após aval do presidente Jair Bolsonaro.

O auxílio emergencial é a medida mais cara do pacote anticrise, e já demanda R$ 254,4 bilhões em recursos considerando as cinco primeiras parcelas. O programa foi instituído após o agravamento da crise de saúde, com o objetivo de dar assistência a trabalhadores informais, fortemente impactados pelas políticas de isolamento social e restrições de circulação nas cidades.

As discussões sobre os próximos passos do auxílio emergencial foram ligadas ao ritmo de abertura das atividades econômicas pelo país. Diferentes estados e cidades relaxaram as medidas de isolamento, permitindo a volta ao trabalho.

O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, já afirmou que o tamanho do auxílio emergencial é menor hoje. “Certamente a necessidade dessa dimensão é muito menor do que em março, no início [da pandemia], quando o Brasil praticamente parou”, disse Funchal recentemente.

Embora o Legislativo tenha liberado o governo para ampliar gastos relacionados à pandemia do novo coronavírus neste ano, a equipe econômica busca evitar uma explosão de gastos e, por consequência, de endividamento público. Com o cenário atual, técnicos já esperam que a dívida bruta do governo vai ficar perto de 100% do PIB (Produto Interno Bruto) ao fim do ano. No encerramento do ano passado, o patamar estava em 75,8% do PIB.

Folhape com Folhapress

Começa hoje treinamento de mesários que atuarão nas eleições

Começa hoje (1º) o treinamento para os mesários que atuarão nas eleições municipais deste ano. Em razão da pandemia de covid-19, a capacitação será, preferencialmente, a distância, por meio do Portal de Educação a Distância do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para participar do curso, o cidadão precisa ter sido previamente convocado pelo cartório eleitoral e ter recebido, na sua carta de convocação, as instruções para se inscrever no treinamento (local, data, turma e chave de inscrição). De acordo com o TSE, excepcionalmente, aqueles com impossibilidade de acesso às plataformas digitais, problemas de conexão com a internet e outras restrições poderão receber treinamento presencial.

Como em anos anteriores, os Correios são responsáveis pela entrega de uma parte das cartas de convocação, em que constam a data e a modalidade do treinamento (presencial ou a distância), o período e o meio de acesso ao treinamento (Plataforma de Ensino a Distância ou via aplicativo). Para os mesários voluntários, desde que autorizado previamente, as convocações poderão ser enviadas por e-mail, WhastApp ou SMS.

O TSE destacou que nenhum site está credenciado a oferecer a venda de curso aos mesários que vão atuar nas eleições deste ano. “Todos os mesários são treinados gratuitamente em plataforma digital oficial da Justiça Eleitoral, e somente os cartórios eleitorais são responsáveis por essa comunicação com os colaboradores”, informou.

A conclusão do treinamento para o mesário que trabalhar nas eleições equivale a um dia de convocação, ou seja, dois dias de folga. O certificado de conclusão do treinamento somente terá validade para comprovar a convocação pela Justiça Eleitoral se estiver acompanhado de declaração ou certidão emitida pelo cartório eleitoral.

A declaração de dias trabalhados e de participação em treinamento é fornecida pelo cartório eleitoral ou pelo Portal do TSE, alguns dias depois de cada turno da eleição.

Devido à pandemia da covid-19, o Congresso Nacional aprovou emenda constitucional adiando o pleito para 15 de novembro, em primeiro turno, e o segundo turno para 29 de novembro. Originalmente, as eleições ocorrem no mês de outubro.

Agência Brasil

PIB recua 9,7% no segundo trimestre

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve queda de 9,7% no segundo trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior.

O PIB caiu 11,4 % na comparação com o segundo trimestre de 2019. Ambas as taxas foram as quedas mais intensas da série, iniciada em 1996. No acumulado dos quatro trimestres terminados em junho, houve queda de 2,2% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

Os dados foram divulgados hoje (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No primeiro semestre de 2020, o PIB caiu 5,9% em relação a igual período de 2019. Nesta comparação, houve desempenho positivo para a Agropecuária (1,6%) e quedas na Indústria (-6,5%) e nos Serviços (-5,9%).

Em valores correntes, o PIB no segundo trimestre de 2020 totalizou R$ 1,653 trilhão, sendo R$ 1,478 trilhão em Valor Adicionado (VA) a preços básicos e R$ 175,4 bilhões em Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

Segundo o IBGE, o PIB do segundo trimestre foi afetado pelo auge das medidas de distanciamento social para controle da pandemia de covid-19, adotadas em vários pontos do país a partir de meados de março.

De acordo com o instituto, o PIB está no mesmo patamar do final de 2009, quando ocorreu o auge dos impactos da crise global provocada pela onda de quebras na economia americana.

Segundo os dados, a retração da economia brasileira resulta das quedas históricas de 12,3% na indústria e de 9,7% nos serviços. Somados, indústria e serviços representam 95% do PIB nacional. Já a agropecuária cresceu 0,4%, puxada, principalmente, pela produção de soja e café.

“Esses resultados referem-se ao auge do isolamento social, quando diversas atividades econômicas foram parcial ou totalmente paralisadas para enfrentamento da pandemia”, disse, em nota, a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.

Consumo das famílias

Pelo lado da demanda, a maior queda foi no consumo das famílias (-12,5%), que representa 65% do PIB. “O consumo das famílias não caiu mais porque tivemos programas de apoio financeiro do governo. Isso injetou liquidez na economia. Também houve um crescimento do crédito voltado às pessoas físicas, que compensou um pouco os efeitos negativos”, afirmou Rebeca.

O consumo do governo recuou 8,8% no segundo trimestre devido às quedas em saúde e educação públicas, segundo a coordenadora do IBGE. “Na saúde, os gastos ficaram mais focados no combate à covid-19, e as pessoas tiveram receio de buscar outros serviços, como consultas e exames, durante a pandemia. Na educação, utilizamos nas contas o percentual do Ministério da Educação de alunos que tiveram aulas ou não. Isso fez com o que o consumo do governo caísse bastante também”.

Segundo o IBGE, os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) também recuaram 15,4%, por conta da queda na construção e na produção interna de bens de capital. Somente importação de bens de capital cresceu no período.

A balança de bens e serviços registrou alta de 1,8% nas exportações, enquanto as importações recuaram 13,2%. “Essa alta nas exportações tem muito a ver com as commodities, produtos alimentícios e petróleo. Já as importações caíram em vários setores, de veículos, toda a parte de serviço, viagens, já que tudo parou devido à pandemia”, disse Rebeca.

*Matéria alterada às 9h46 para acréscimo de informação.

Agência Brasil

Beneficiários nascidos em agosto podem sacar auxílio hoje

Cerca de 4 milhões de beneficiários do auxílio emergencial nascidos em agosto poderão sacar o dinheiro hoje (1º). Também estão liberadas as transferências dos recursos para outras contas.

Os beneficiários com direito a saque e transferência hoje receberam o crédito na poupança social da Caixa no dia 14 de agosto.

O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia da covid-19.

A Caixa tem disponibilizado o auxílio em uma poupança digital, acessível pelo aplicativo Caixa Tem. Pelo programa é possível fazer compras online em estabelecimentos autorizados e pagar boletos.

O saque em dinheiro do benefício, em uma agência do banco, é autorizado posteriormente, conforme calendário definido pelo governo, considerando o mês de nascimento do beneficiário. As transferências para outros bancos ou para contas na própria Caixa seguem o mesmo calendário de saque. Nesse caso, os recursos são transferidos automaticamente para as contas indicadas pelo beneficiário.

Agência Brasil