sexta-feira, 12 de junho de 2026

Brasil tem 1.261 mortes por coronavírus em 24 horas, revela consórcio de veículos de imprensa; são 41.058 no total

O Brasil teve 1.261 novas mortes registradas em razão do novo coronavírus nas últimas 24 horas, aponta levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde. Com isso, são 41.058 óbitos pela Covid-19 no país até esta quinta-feira (11). Veja os dados, consolidados às 20h de ontem:

  • 41.058 mortes ; eram 39.797 até as 20h de quarta-feira (10), uma diferença de 1.261 óbitos
  • 805.649 casos confirmados; eram 775.184 até a noite de quarta

Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.

Pelo terceiro dia consecutivo, houve mais de mil mortes e mais de 30 mil novos casos em um intervalo de um dia. O Nordeste tem mais casos que o Sudeste. São 285 mil casos confirmados nos nove estados, contra 281 mil em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo.

Fonte: G1

Caruaru registra mais quatro óbitos por Covid-19

A Secretaria de Saúde de Caruaru informa, nesta quinta (11), que até o momento foram realizados 3.665 testes, dos quais 1.277 foram através do teste molecular e 2.388 do teste rápido, com 1.034 confirmações para a Covid-19, incluindo mais quatro óbitos: Mulher, 65 anos, com comordidades; mulher, 79 anos, com comorbidades, falecidas em 9 de junho; mulher, 52 anos, sem comorbidades e um homem, 58 anos, com comorbidades, falecidos em 10 de junho.

Em investigação estão 223 casos e já foram 2.408 descartados.

Também já foram registrados 6.924 casos de síndrome gripal, dos quais 1.100 foram orientados a ficar em isolamento domiciliar.

A secretaria informa ainda que 823 pacientes já foram recuperados do novo coronavírus.

SESI-PE lança guia de prevenção para empresas

Mais do que nunca focado na missão de promover a saúde e a segurança da sociedade e, sobretudo, dos trabalhadores da indústria, o Serviço Social da Indústria (SESI) produziu um guia de prevenção para auxiliar as empresas a prevenir a disseminação da Covid-19 no ambiente laboral. A cartilha online foi produzida por médicos do trabalho do SESI e está disponível, gratuitamente, no site da instituição (www.pe.sesi.org.br).
O manual fornece informações importantes aos gestores e trabalhadores que vão desde medidas efetivas de proteção no ambiente de trabalho, maneiras de identificar casos suspeitos, formas de transmissão, principais sintomas, limpeza de locais expostos ao toque das mãos até frequência de troca de equipamento de proteção individual e um passo a passo para ajudar as empresas a elaborarem planos de contingenciamento da doença e a envolverem fornecedores no combate à epidemia.
Segundo a diretora de Saúde e Segurança na Indústria do SESI-PE, Fernanda Guerra, a cartilha é essencial para as empresas que estão retomando as atividades após o período de isolamento social em virtude da pandemia da Covid-19. “Com a retomada, as empresas precisarão se preparar para a reabertura dos negócios, adaptando o ambiente de trabalho, traçando medidas de controle e adotando protocolos de segurança para evitar o contágio da doença. Por isso, o SESI produziu o guia de prevenção para ser um direcionador de boas práticas, com dicas e orientações que prezam pela saúde e segurança dos trabalhadores”, comenta.
Entre as recomendações que devem ser postas em prática para mitigar a propagação da doença no ambiente corporativo, estão estimular a higienização frequente das mãos dos trabalhadores, clientes e visitantes; desestimular o compartilhamento de objetos que são tocados pela mão ou boca, como celular, computador e bebedouro; enfatizar a importância de manter o distanciamento social; manter os ambientes bem ventilados, disponibilizar materiais de higiene pessoal e dos equipamentos, além de fixar em vários locais lembretes sobre as medidas de higiene e etiqueta respiratória.

Caruaru Shopping oferece Vitrine Virtual

O Caruaru Shopping, devido à pandemia do novo coronavírus, vem realizando ações para que o seu cliente não deixe de adquirir produtos oferecidos pelas lojas que fazem parte do centro de compras. Para isso foi criada a Vitrine Virtual. Trata-se de uma plataforma on-line, que vem a ser mais um canal de vendas.

No Vitrine Virtual, o cliente poderá conferir diversos produtos de várias lojas que fazem parte do delivery. “Para ter acesso à plataforma, o cliente deverá acessar o site caruarushopping.com e clicar no link da Vitrine Virtual, no próprio site, ele será direcionado para o  WhatsApp da loja que escolheu o produto. Um consultor irá atendê-lo e acertará todos os detalhes da compra e da entrega”, explicou o gerente de Marketing do centro de compras, Walace Carvalho.

Passo a passo

Ao acessar o site, o cliente deverá procurar pela loja ou categoria e escolher o que deseja comprar. Ele deve clicar no produto para saber mais detalhes e preço.

Em seguida, deve clicar no botão Compre Via WhatsApp, onde será encaminhado para a loja  escolhida. Um consultor o atenderá, acertará a compra e combinará a entrega do produto no endereço fornecido.

“O Vitrine Virtual vem como uma forma de cobrir a lacuna nesta época de pandemia, onde vários segmentos do comércio estão fechados. De uma forma prática e rápida, você pode escolher o que deseja comprar e receber na comodidade de sua casa”, concluiu Walace Carvalho.

O Caruaru Shopping fica localizado na Avenida Adjar da Silva Casé, 800, Bairro Indianópolis.

Sem queda de casos, 85 cidades de PE esperarão mais uma semana para avançar em plano de convivência

Oitenta e cinco municípios do Agreste e da Zona da Mata Pernambuco vão ficar de fora da terceira etapa do Plano de Convivência com a Covid-19, projetado pelo governo do estado para vigorar a partir do dia 15 de junho. As cidades, que ficam próximas a Palmares, Goiana, Caruaru e Garanhuns não mostraram a mesma tendência de queda no número de novos casos como o resto do estado e apresentaram um aumento na demanda por leitos de terapia intensiva. A determinação é que esses municípios mantenham fechados o comércio de rua e atividades como salões de beleza e estética, previstos no Plano de Convivência com a Covid-19.

O Gabinete de Enfrentamento à Covid-19 analisou todos os dados de saúde do estado e concluiu que as cidades que fazem parte dessas regiões precisam manter as restrições por, pelo menos mais uma semana. “Os dados de saúde de Pernambuco, de uma maneira geral, apontam para uma queda no número de óbitos e casos do coronavírus. Infelizmente nas regiões de Palmares, Goiana, Caruaru e Garanhuns isso não se apresenta da mesma forma. Por isso, vamos agir com a cautela necessária e manter as restrições”, explicou o governador.
O secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, destaca também um aumento na demanda por leitos de UTI nas quatro regiões. “A pressão sobre o sistema de saúde que teve uma diminuição acentuada na RMR não se repetiu nessas regionais. Nosso monitoramento é diário e, por isso, precisamos manter o isolamento nesses municípios para conter a disseminação da doença”, pontuou André Longo.
Para reforçar a prevenção, as cidades polo das quatro regionais de saúde irão receber ações das Secretarias de Desenvolvimento Social e de Prevenção. As atividades serão realizadas em parceria com as prefeituras e contarão com distribuição de máscaras de proteção, cestas básicas e produtos de higiene, além de atenção para grupos vulneráveis como idosos e pessoas em situação de rua.
Cidades afetadas, por Gerência Regional de Saúde (Geres)
III Geres (Palmares) – 22 municípios: Água Preta, Amaraji, Barreiros, Belém de Maria, Catende, Cortês, Escada, Gameleira, Jaqueira, Joaquim Nabuco, Lagoa dos Gatos, Maraial, Palmares, Primavera, Quipapá, Ribeirão, Rio Formoso, São Benedito do Sul, São José da Coroa Grande, Sirinhaém, Tamandaré, Xexéu
 
IV Geres (Caruaru) – 32 municípios: Agrestina, Alagoinha, Altinho, Barra de Guabiraba, Belo Jardim , Bezerros, Bonito, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha, Camocim de São Felix, Caruaru, Cupira, Frei Miguelinho, Gravatá, Ibirajuba, Jataúba, Jurema, Panelas, Pesqueira, Poção, Riacho das Almas, Sairé, Sanharó, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria do Cambucá, São Bento do Uma, São Caetano, São Joaquim do Monte, Tacaimbó, Taquaritinga do Norte, Toritama, Vertentes.
 
V Geres (Garanhuns) – 21 municípios: Águas Belas, Angelim, Bom Conselho, Brejão, Caetés, Calçados, Canhotinho, Capoeiras, Correntes, Garanhuns, Iati, Itaíba, Jucati, Jupi, Lagoa do Ouro, Lajedo, Palmerina, Paranatama, Saloá, São João, Terezinha.
 
XII Geres (Goiana) – 10 municípios: Goiana, Aliança, Camutanga, Condado, Ferreiros, Itambé, Itaquitinga, Macaparana, São Vicente Ferrer, Timbaúba.
Diario de Pernambuco

Riacho das Almas registra mais dois casos positivos de Covid-19

A Secretaria de Saúde de Riacho das Almas confirmou nesta quarta-feira (10) mais dois casos de infecção por Covid-19 no município. Com os números, Riacho das Almas contabiliza 37 casos confirmados de contaminação por coronavírus. Abaixo informações das vítimas:

– Mulher, 43 anos, em isolamento domiciliar. Moradora do Centro da cidade. Caso de contaminação comunitária. Estado de saúde é bom.

– Mulher, 62 anos, em isolamento domiciliar. Moradora do Centro da cidade. Foi contaminada a partir de contato com familiar. Estado de saúde é bom.

Dos 37 pacientes infectados, 27 já estão recuperados. Outros 47 casos estão em investigação, e 77 pacientes testados tiveram diagnóstico descartado para a doença.

Prefeitura faz recomendação sobre fogueiras e fogos de artifício em Caruaru

Em Portaria publicada na noite da quarta-feira (10), no Diário Oficial do Município, o Grupo Integrado de Atendimento de Emergências Relacionadas a Desastres Naturais e Correlatos do Município de Caruaru recomendou que não sejam acesas fogueiras em espaços públicos ou privados. O documento também orienta que não haja queima de fogos de artifício durante o mês de junho, na cidade.

A recomendação é fundamentada, principalmente, pelo possível agravamento de pacientes confirmados ou suspeitos de Covid-19. Segundo a Secretaria de Saúde do Município, também é comum a elevação do número de atendimentos de pacientes nos serviços de saúde com sintomas respiratórios e de queimaduras, o que pode gerar aglomerações em ambientes contaminados e, consequentemente, a disseminação do vírus.

Plataforma Delivery Sulanca Caruaru ganhou dois reforços

A plataforma Delivery Sulanca Caruaru ganhou dois reforços. O primeiro é um catálogo para excursionistas que fazem a coleta e entrega dos produtos comercializados na Feira da Sulanca. Já o segundo é outro catálogo, porém, de divulgação para lojistas da feira, que estão comercializando os seus produtos online.

A plataforma digital foi criada pela Prefeitura de Caruaru, por intermédio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Economia Criativa. O serviço pode ser acessado pelo endereço: http://deliverysulanca.caruaru.pe.gov.br/

Governo usa privatizações para ganhar confiança do mercado financeiro e evitar impeachment, analisa deputada

A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) e o líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara, Enio Verri (PT-PR) — autor do Projeto de Lei 2.715/2020, que suspende as privatizações no país até 2022 — apresentaram esta semana ao Tribunal de Contas da União (TCU) representação contra a venda de ativos da Caixa Econômica Federal. Na avaliação da parlamentar, a privatização do banco e de outras empresas públicas é uma estratégia do governo para ganhar o apoio do mercado financeiro contra o impeachment do presidente Bolsonaro.

“Ao fragilizar o patrimônio nacional e colocá-lo à venda, o governo emite sinais claros ao mercado de que é confiável em uma agenda econômica favorável à entrega do país ao capital privado”, afirma Erika Kokay. “Esta é a narrativa que vem sendo criada com o objetivo maior de (o governo) estabelecer um compromisso com o mercado financeiro e ganhar apoio contra o impeachment de Bolsonaro”, reforça a deputada.

Em 17 meses de governo, foram apresentados 35 pedidos de afastamento do presidente, que já é recordista em solicitações desta natureza. Conforme observa Kokay, além do agravamento da crise sanitária ocasionada pela pandemia do coronavírus, o país enfrenta graves tensões políticas e a maior dificuldade econômica da história. “Estamos em uma crise sem precedentes, com a estimativa de retração do PIB (Produto Interno Bruto) em 8%. Colocar à venda empresas públicas, em um cenário como este, significa doar o patrimônio brasileiro — um crime contra o país”, ressalta a parlamentar.

Na última semana, Erika Kokay e Enio Verri entraram com representação junto à Procuradoria Geral da República (PGR) no Distrito Federal contra o presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Nos últimos meses, o gestor reafirmou os planos do governo de vender partes rentáveis do banco, admitindo a possibilidade de oferecer ao setor privado a área de cartões antes da Caixa Seguridade.

Em fevereiro, a direção do banco chegou a protocolar o IPO (oferta inicial das ações) da Caixa Seguridade. Mas, interrompeu o processo em março, alegando “atual conjuntura do mercado mundial”, com turbulência nas bolsas de valores e temores dos investidores sobre a pandemia da covid-19.
O PROJETO — Além de interromper tentativas de privatização da Caixa Econômica, o PL 2.715 determina a suspensão, por 12 meses após o fim do estado de calamidade decorrente do coronavírus (que vai até dezembro deste ano), de todos os novos processos de desestatização e desinvestimentos como também aqueles em curso; inclusive, a alienação de ações que repercutam em perda do controle acionário pela União.
“O projeto é absolutamente fundamental para impedir qualquer forma de venda de ações de empresas ou do patrimônio público”, defende Erika Kokay. “São ativos do povo brasileiro, instrumentos estratégicos do Estado e fundamentais para enfrentarmos as graves dificuldades econômicas durante e após a crise”, acrescenta.
O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sérgio Takemoto, observa que a Caixa e as demais empresas públicas estão comprovando, especialmente neste período de pandemia, o quanto são necessárias para o país. “São elas que, a exemplo de 2008, têm socorrido os brasileiros”, destaca. “O PL 2.715 é extremamente assertivo e precisa ser aprovado para a proteção da economia e a preservação de um patrimônio que é do Brasil”, emenda Takemoto.
Segundo explica Enio Verri, o principal objetivo do projeto de lei é “segurar o ímpeto” do governo de vender o patrimônio público ao setor privado. O deputado destaca que a privatização de áreas lucrativas da Caixa Econômica é também um equívoco dentro do princípio de redução da desigualdade social. “Se a Caixa fica mais frágil, a capacidade de negociação do banco fica menor, a sua margem fica menor e, consequentemente, ela intervém menos na economia, menos na vida das pessoas mais pobres”, ressalta.
BANCO DO BRASIL — Outra instituição que também está nos planos de privatização pelo governo é o Banco do Brasil (BB). Em audiência na última segunda-feira (8) com parlamentares da comissão do Congresso que acompanha as ações econômicas relativas à pandemia, o presidente do BB, Rubem Novaes, admitiu o que ele chamou de “diluição das ações” do banco. Na reunião ministerial do dia 22 de abril, tornada pública por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), Novaes disse que o BB “estaria pronto para um programa de privatização”.
No entendimento da deputada Erika Kokay, este é mais um equívoco do governo. “É um momento em que não vende nada, de nenhuma forma; principalmente, o que é fundamental para o país”, afirma. “Não se sai de uma crise como esta sem contar com o Estado, com as nossas empresas, com o nosso patrimônio”, completa.
MOBILIZAÇÃO SOCIAL — Apresentado no último dia 15 por Enio Verri e as deputadas Perpétua Almeida (PCdoB-AC), Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e Joenia Wapichana (Rede-RR), o Projeto de Lei 2.715 aguarda despacho do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para começar a tramitar. De acordo com a deputada Erika Kokay, a mobilização da sociedade em defesa da proposta “é fundamental” para a tramitação mais célere do PL.
Enquete realizada pela Câmara aponta 93% de apoio popular ao projeto. Quase 2,5 mil pessoas concordam totalmente com o PL, contra 155 opiniões contrárias.
“Estamos em ano eleitoral, quando há maior sensibilidade em relação à opinião pública. A pressão social pode contribuir muito para que o projeto de lei tramite com maior velocidade e seja aprovado”, observa Kokay, que defende a criação de comitês regionais em apoio ao PL 2.715. “Com a participação dos vários segmentos da sociedade que defendem as empresas públicas do povo brasileiro”, explica a deputada.
Além das comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Finanças e Tributação (CFT), o projeto de lei passará pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público (CTASP) e de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (CDEICS) da Câmara. Depois, segue para o Senado.