segunda-feira, 4 de maio de 2026

Dupla é presa com 100 gramas de cocaína em Caruaru

A Polícia Militar de Pernambuco, através do 1º Biesp, prendeu, na noite de ontem (19), em Caruaru, mais uma dupla suspeita de tráfico de drogas. Com Igo Jackson Medeiros da Silva, de 24 anos, e Jefferson Henrique Santos de Souza, de 21, a PM apreendeu 100 gramas de cocaína, que seriam comercializadas em bocas de fumo distintas.

Os recolhimentos dos entorpecentes ocorreram nos bairros Petrópolis e no Severino Afonso e levaram os suspeitos a serem autuados em flagrante por tráfico. Durante a operação, o 1º Biesp ainda apreendeu dois aparelhos celulares, bem como pequena quantia em dinheiro.

A dupla foi encaminhada ao plantão policial da Civil.

Depois de forte queda, dólar volta a subir e fecha em R$ 5,76

Num dia marcado por oscilações no mercado financeiro, o dólar subiu e a bolsa caiu. Os indicadores reverteram a movimentação depois que o banco de investimentos Goldman Sachs divulgou a projeção de que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) do Brasil encolherá 7,4% em 2020.
O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,761, com alta de R$ 0,038 (+0,67%). A moeda norte-americana alternou momentos de alta e de queda ao longo da sessão, mas consolidou a valorização depois da divulgação das previsões do banco, até fechar na máxima do dia. A divisa acumula alta de 43,56%.
O Banco Central (BC) interveio no mercado. A autoridade monetária leiloou cerca de US$ 500 milhões em novos contratos de swap cambial – que funcionam como venda de dólares no mercado futuro – e rolou (renovou) cerca de US$ 620 milhões em contratos de swap que venceriam em julho.
No mercado de ações, o Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou o dia com queda de 0,56%. O índice oscilou ao longo do dia. Estava em alta até por volta das 16h20, mas consolidou a queda após a divulgação do relatório do Goldman Sachs.
O Ibovespa também foi influenciado pelo mercado externo. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, encerrou esta terça-feira (19) com queda de 1,59%, influenciado pelos prejuízos no primeiro trimestre de algumas redes de varejo norte-americanas.
Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

Ministério da Saúde muda protocolo e amplia possibilidade de uso de cloroquina

Após determinação do presidente Jair Bolsonaro, o Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (20) um documento que amplia a possibilidade de uso da cloroquina e hidroxicloroquina, medicamentos usados no tratamento da malária, também para pacientes com sinais e sintomas leves do novo coronavírus.
A decisão ocorre sem que haja evidências científicas de eficácia e em meio a alertas de especialistas sobre riscos do uso do medicamento para uso em situações não comprovadas.
Até então, o protocolo adotado pelo Ministério da Saúde previa o uso do medicamento apenas por pacientes graves e críticos e com monitoramento em hospitais.
Já o novo modelo traz “orientações” de uso também para pacientes com quadros leves da Covid-19 e traz dosagens específicas.
O documento prevê a indicação de cloroquina com azitromicina, com dosagens diferentes conforme a sequência do tratamento e o quadro do paciente.
A indicação deve ficar a critério médico e ocorrer após análise de exames.
“Apesar de serem medicações utilizadas em diversos protocolos e de possuírem atividade in vitro demonstrada contra o coronavírus, ainda não há meta-análises de ensaios clínicos multicêntricos, controlados, cegos e randomizados que comprovem o beneficio inequívoco dessas medicações para o tratamento da Covid-19”, aponta.
“Assim, fica a critério do médico a prescrição, sendo necessária também a vontade declarada do paciente”, completa.
Para isso, o paciente deve assinar um termo de consentimento que afirma que a cloroquina e hidroxicloroquina podem causar efeitos colaterais “como redução dos glóbulos brancos, disfunção do fígado, disfunção cardíaca e arritmias, e alterações visuais por danos na retina”.
O termo frisa ainda que “não existe garantia de resultados positivos, e que o medicamento proposto pode inclusive agravar a condição clínica, pois não há estudos demonstrando benefícios clínicos”.
A divergência em torno do uso da cloroquina é apontada como o principal motivo da saída do ex-ministro Nelson Teich, que pediu demissão na última sexta-feira (15).
Dias antes, Bolsonaro havia deixado claro que faria a mudança no protocolo, mesmo sem concordância do ministro.
“Votaram em mim para eu decidir e essa questão da cloroquina passa por mim”, afirmou em teleconferência com empresários. “Não pode mudar o protocolo agora? Pode mudar e vai mudar”, declarou na ocasião.
A possibilidade de mudança no protocolo gerou reação entre entidades da área médica.
Um documento divulgado pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira, Sociedade Brasileira de Infectologia e Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia recomenda a não utilização de hidroxicloroquina, cloroquina e de suas associações com azitromicina na rotina de tratamento da Covid-19.
Médicos que atuam na rede pública também vêm relatando temor de que a mudança aumente a pressão pela indicação do medicamento.
Antes de deixar a pasta, Teich também já havia alertado para a falta de evidências científicas no uso do tratamento. “Cloroquina hoje ainda é uma incerteza. Houve estudos iniciais que sugeriram benefícios, mas existem estudos hoje que falam o contrário”, disse no fim de abril.
Uma primeira versão do documento foi apresentada ao presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira pelo ministro da Saúde interino, o general Eduardo Pazuello.
Horas depois, em live transmitida nas redes sociais, Bolsonaro informou que o documento seria divulgado nesta quarta e que o modelo não obrigaria o paciente a ser medicamento com a substância, mas daria a liberdade para que ele use o remédio quando necessário.
“O que é a democracia? Você não quer? Você não faz. Você não é obrigado a tomar cloroquina”, disse. “Quem é de direita toma cloroquina. Quem é de esquerda toma Tubaína”, ironizou, referindo-se a uma marca de refrigerante.
Segundo o Ministério da Saúde, o documento divulgado nesta quarta segue parecer do Conselho Federal de Medicina.
Ainda em abril, o conselho emitiu uma autorização para que médicos pudessem prescrever o medicamento também para casos leves e uso domiciliar, mediante termo de consentimento do paciente ou familiares.
A autarquia justificou o aval devido à ausência de outros tratamentos disponíveis, embora sem evidência científica.
A medida, no entanto, aumentou a pressão do Planalto por mudanças no protocolo, até então rechaçadas pelo ex-ministro.
Indicada para tratamento de doenças como malária, artrite e lupus, a cloroquina passou a chamar atenção após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar que o medicamento poderia ter resultado positivo para o coronavírus.
Trump disse na segunda-feira (18) que está tomando hidroxicloroquina como prevenção contra o coronavírus. Não há, porém, evidência científica de que o remédio tenha eficácia no tratamento de Covid-19 nem que sirva como barreira contra a infecção pelo vírus.
No fim de abril, o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niaid, na sigla em inglês), dos EUA, contraindicou o uso da associação de hidroxicloroquina e azitromicina para tratamento da Covid-19 fora de ensaios clínicos.
Um dos maiores estudos feitos até agora também não encontrou redução de mortalidade por Covid-19 entre pessoas que foram medicadas com hidroxicloroquina. A pesquisa com 1.438 pacientes foi publicada na segunda (11) na revista Jama (Journal of the American Medical Association), um dos principais periódicos médicos do mundo.
Outra grande pesquisa, com 1.376 pacientes de Nova York, publicada no The New England Journal of Medicine, outro respeitado periódico científico, também apontou que não foram encontradas evidências de que o uso da hidroxicloroquina influencia na redução de mortes ou nas intubações.
Folhapress

Impacto da pandemia será discutido em evento da Pitágoras Caruaru

Nesta quarta-feira, 20 de maio, a Pitágoras Caruaru realiza mais uma palestra online. O evento, que tem como objetivo promover o conhecimento a respeito de temas de interesse comum. O público alvo são os acadêmicos e qualquer outra pessoa que tenha interesse no tema. Eventos desta natureza aparecem como alternativa para seguir fomentando o conhecimento durante a pandemia do Covid-19.

Na ocasião, o tema discutido será “O impacto da pandemia na Educação e os rumos que a EAD pode tomar”. Os facilitadores serão a coordenadora acadêmica da Pitágoras Caruaru, Eva Gomes e o professor de Língua Portuguesa Menelau Júnior. Através de uma ação especial, os participantes terão acesso a vários livros digitais gratuitos, como forma de fomentar a leitura durante o isolamento social.

A palestra será transmitida ao vivo, a partir das 19h, por meio de plataforma interativa e Instagram da instituição (@pitagoras_caruaru).

Grupo de estudos analisa situação de barragens do Agreste

A região do Agreste pernambucano está entrando em um período no qual as chuvas se tornam mais intensas e constantes. Motivo de celebração, já que a estiagem é frequente e afeta diversos setores, como a agricultura e o abastecimento, porém, é necessário ter uma estrutura reforçada para receber os volumes de água que se acumulam nos reservatórios vindas dos afluentes dos municípios. Um exemplo disso foi Caruaru, que recebeu recentemente 81,77 mm de chuva, correspondendo a mais de 98% de toda a chuva prevista para o mês de abril.

O grande problema é que muitas das barragens pernambucanas precisam de uma atenção maior em relação à sua manutenção, conforme apontam estudos e visitas técnicas feitas pelo curso de Engenharia Ambiental da Asces-Unita. Várias delas chegaram a 100% de sua capacidade (como a Barragem de São Sebastião em Panelas; Poço Fundo em Santa Cruz do Capibaribe; e Tabocas, em Belo Jardim) e outras acumulando água de forma muito rápida, como é o caso de Jucazinho, que está com 30% de sua capacidade. Há mais de 10 anos ela não tem sua capacidade total, então, precisa de um cuidado especial.

De acordo com o professor do curso, Luiz Santos, pontos como a infraestrutura e limpeza dos reservatórios são fundamentais para que não haja o comprometimento. “É necessário ter atenção para a estrutura física das barragens, por conta de fatores como a dilatação térmica que causa fissuras no concreto, prejudicando a segurança. Além disso, a limpeza nos leitos do reservatório faz toda a diferença, porque o assoreamento que se acumula diminui a capacidade de acúmulo da água e interfere no seu bom funcionamento”, explicou.

Ele alerta também sobre a necessidade de fiscalização por parte dos órgãos responsáveis. “É muito importante também que os órgãos de defesa de cada município da região estejam preparados para atuar nas zonas urbanas e rurais, a fim de garantir a segurança aos moradores de áreas que podem ser afetadas por inundações ou serem área de risco de deslizamentos. Com o apoio dos docentes pesquisadores do curso de Engenharia Ambiental da Asces-Unita, atuamos com diversos estudos nas áreas de impactos ambientais e impactos causadas por inundações através de simulações computacionais que visam contribuir para saber como agir em casos de calamidades”, destaca.

Regina Duarte deixa Secretaria Especial de Cultura

Após pouco mais de dois meses no cargo, a atriz Regina Duarte deixou a Secretaria Especial de Cultura nesta quarta-feira (20). O anúncio foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro em seus perfis nas redes sociais. Regina, que rompeu um contrato de 50 anos com a TV Globo, assumiu a pasta em 4 de março e seu trabalho foi alvo de críticas por membros do setor. Para o lugar dela, o ator Mario Frias foi convidado pelo presidente, segundo o portal R7.

“Regina Duarte relatou que sente falta de sua família, mas para que ela possa continuar contribuindo com o Governo e a Cultura Brasileira assumirá, em alguns dias, a Cinemateca em SP”, diz a publicação. Ainda segundo Bolsonaro, nos próximos dias, durante a transição do cargo, será feito um balanço da gestão de Regina na pasta.

Folhape

Senado aprova proposta de adiamento do Enem

O Senado aprovou na noite de ontem, terça-feira (19), um projeto de lei (PL) que adia a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em virtude da pandemia do novo coronavírus. O PL teve 75 votos favoráveis e um voto contrário. O projeto não firma um novo prazo para realização das provas, ficando dependente da evolução da situação epidemiológica. O texto segue para a Câmara.

O Enem teve, até agora, 3,5 milhões de inscrições, e o ministro da Educação, Abraham Weintraub, defende a realização da prova na data prevista. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), as inscrições vão até a próxima sexta-feira (22). As provas do Enem estão marcadas para 1º de novembro (linguagens, códigos e suas tecnologias; redação; ciências humanas e suas tecnologias) e 8 de novembro (ciências da natureza e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias). Também serão previstas provas digitais, nos dias 11 e 18 de outubro.

Em seu relatório, o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) defendeu o adiamento da prova para garantir a igualdade de condições entre candidatos. “Lembremos, que nossos alunos das escolas públicas não tiveram sequer dois meses de aula completados neste ano letivo. Seria muito injusto submetê-los à já desigual concorrência que caracteriza os processos de acesso à educação superior”.

Izalci também citou a situação das universidades, principalmente as públicas. Para ele, não adianta realizar uma prova de acesso às universidades sem saber em que condições elas estarão no primeiro semestre do ano que vem. “O ambiente de incerteza que nos atinge também condiciona as suas atividades. Elas só abrirão novas vagas quando dispuserem de todos os meios para tanto”.

A autora do projeto, Daniella Ribeiro (PP-PB), destacou que muitos estudantes não conseguem estudar em casa por falta de recursos técnicos ou por ter que cuidar da família. “Quantos têm condições de pagar uma plataforma de streaming, um EAD [ensino à distância]? Que possamos colocar rostos nessas pessoas que estão em casa, cuidando de irmãos pequenos, em casas com cinco, seis pessoas e não têm um espaço para estudarem sozinhos”.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, reconheceu os esforços do líder do governo na Casa, Fernando Bezerra (MDB-PE), mas afirmou que a posição da maioria das lideranças no Senado se posicionava a favor da votação e aprovação da matéria. “A gente não tinha como não tomar essa decisão, até porque foi por praticamente a unanimidade dos líderes. Ressalvando as ponderações do ministro, precisávamos deliberar um assunto que tinha a unanimidade dos partidos”.

Justiça

Além do Parlamento, a Justiça também se debruça sobre o tema. Ontem (18) a Defensoria Pública da União (DPU) entrou com recurso no Tribunal Regional Federal da 3ª Região pedindo que a decisão de manter o exame durante a pandemia do novo coronavírus seja revista. Em abril, o órgão conseguiu uma liminar favorável ao adiamento das datas da prova, mas a medida foi derrubada pelo desembargador Antônio Cedenho atendendo a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU).

Nesta terça-feira, o ministro da Educação anunciou que o governo vai abrir consulta direta, por meio da internet, aos candidatos inscritos no Enem para decidir a data de realização das provas deste ano. De acordo com o Weintraub, a consulta deve ocorrer na Página do Participante no final de junho.

Covid-19: Pernambuco registra 1.148 novos casos e 101 mortes

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informa que foram confirmados, ontem (19), 1.148 novos casos da Covid-19 em Pernambuco. Também foram confirmados laboratorialmente 101 óbitos. Na segunda foram notificados 642 casos novos e 124 óbitos. A explicação da segunda e de ontem para o número alto de mortes é o acúmulo causado por atraso de resultados na rede privada.

Entre os confirmados na terça, 397 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 751 como leves. Agora, Pernambuco totaliza 21.242 casos já confirmados, sendo 10.500 graves e 10.742 leves

Com as novas mortes, o estado totaliza 1.741 mortes pela Covid- 19.

Terceira fase de vacinação contra gripe é iniciada nesta terça-feira e mais um drive thru será realizado esta semana

A terceira fase da 22ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe teve início no último dia 11 de maio com os grupos prioritários da primeira etapa. Ontem (19) começou a vacinação de adultos de 55 a 59 anos de idade e os professores das escolas pública e privadas, que correspondem ao grupo prioritário da segunda etapa, que segue até o dia 06 de junho.

Para realizar a vacinação é preciso apresentar documento de identidade; cartão de vacina (se tiver) e os professores devem comprovar vínculos com as instituições de ensino. As unidades básicas de saúde de Caruaru funcionam de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

Além disso, ainda existe a possibilidade da vacinação noturna, que acontece no período de 17h às 19h, diariamente, nos postos de saúde da família: Vassoural I, II e III, São João da Escócia I, III e IV, Unidade escola Dr. Vieira e Santa Rosa II, III e IV. Nas segundas e quartas no PSF Nova Caruaru; nas terças e quintas no PSF Rendeiras; nas segundas e quartas, no PSF Sinhazinha e nas quartas-feiras, no PSF Maria Auxiliadora.

Drive thru – Na próxima sexta-feira (22), a Secretaria de Saúde de Caruaru vai realizar mais uma ação de drive thru no estacionamento do subsolo do Shopping Difusora. Todas as pessoas dos grupos prioritários que ainda não se vacinaram poderão usufruir da vacina contra gripe sem precisar descer do carro. O drive-thru funcionará das 8h às 16h.

Passarelas de acesso são entregues em Caruaru

A Prefeitura de Caruaru, através da Secretaria de Obras, concluiu no bairro São Francisco duas novas passarelas de acesso.
A estrutura em forma metálica foi pensada e montada visando facilitar o acesso de quem precisa passar pelos locais. “A nova estrutura foi produzida e trazida de uma vez só para as duas áreas, o que  facilitou no tempo de entrega da obra. Será mais dois locais de acesso da nossa cidade”, pontuou o Secretário de Obras, Rodrigo Miranda.

As passarelas ligam os bairros São Francisco aos bairros Alto da Banana e Petrópolis.

Foto: Janaína Pepeu