quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Polo Caruaru fecha temporariamente a partir deste sábado (21/03)

A partir deste sábado (21.03), como determinou o Governo de Pernambuco, o Polo Caruaru suspenderá as atividades. Não é o que gostaríamos de anunciar, mas, neste momento, precisamos acatar as medidas das autoridades e colaborar para que possamos preservar a saúde de um número máximo de pessoas, diante da pandemia de coronavírus. Então, para nós, do Polo Caruaru, fechar as portas é sinônimo de respeito à vida de colaboradores, clientes e lojistas.

Esperamos que todos permaneçam em casa, tomando todos os cuidados necessários para evitar o contágio. Permaneceremos trabalhando (online) nas medidas que nortearão nossas ações após esse período. Certamente, voltaremos prontos para assumir os desafios que estão por vir.

MEC: calendário letivo pode ser flexibilizado em função do coronavírus

O Ministério da Educação e as secretarias estaduais e municipais da área podem flexibilizar o calendário letivo da educação básica, que prevê o mínimo de 200 dias letivos por ano conforme a Lei de Diretrizes e Bases (LDB). A medida foi discutida em reunião do comitê de emergência da pasta, realizada hoje (19), e está sendo avaliada.

Além disso, as autoridades do setor também estudam o quanto da carga horária poderia ser ofertada pela modalidade a distância.

Nas universidades, o órgão vai recomendar a suspensão por dois meses das defesas presenciais de tese de doutorado e de dissertações de mestrado, que deverão ser realizadas por meios virtuais.

No encontro, representantes de universidades se comprometeram a avaliar a possibilidade de utilizar as estruturas de suas unidades, como hospitais universitários, para a produção de álcool gel.

O Fundo Nacional de Desenvolvimento (FNDE) analisa a possibilidade de custear a alimentação escolar de alunos de menor renda.

Por Jonas Valente –Repórter Agência Brasil
Foto:REUTERS / Amanda Perobelli / Direitos reservado

CNI pede que governo adie recolhimento de impostos por 3 meses

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) encaminhou ao governo 37 propostas para que as empresas resistam ao período de redução da atividade econômica do país, em virtude da crise sanitária decorrente da disseminação do novo coronavírus (Covid-19).

As propostas sugerem mudanças nas áreas de tributação, política monetária, financiamento, normas regulatórias e legislação trabalhista. Entre as sugestões apresentadas está o adiamento, por 3 meses, do pagamento de todos os tributos federais, a prorrogação automática de licenças ambientais, trabalhistas e sanitárias e a redução das exigências para a realização do teletrabalho.

“As dificuldades para produzir, geradas pela falta de insumos e pela falta de liquidez, com a queda nas vendas, poderão levar diversas empresas eficientes à falência – o que, certamente, aumentará as consequências sociais negativas da crise”, diz o texto. A entidade defende que os recursos públicos sejam direcionados ao sistema de saúde e às empresas, a fim de assegurar a preservação dos empregos.

As propostas apresentadas foram elaboradas pela CNI, em conjunto com as Federações Estaduais da Indústria e com o Fórum Nacional da Indústria (FNI), que representa associações setoriais dos diversos segmentos da indústria nacional.

Fonte: Congresso em Foco

Coronavírus x Empresas

O impacto que o coronavírus está trazendo para a economia mundial é do conhecimento de todos. A recessão econômica mundial não é uma perspectiva. É uma realidade. Mas o empresário, seja pequeno, médio ou grande, não quer saber dos números macroeconômicos e sim da realidade de sua empresa, dos seus números.

A esmagadora maioria das empresas não suporta uma perda de 30% de vendas. É prejuízo certo. E com exceção daquelas que comercializam gêneros alimentícios e de higiene e limpeza, as demais já estão sendo duramente afetadas. Algumas, como lojas de shopping, restaurantes, bares, pontos turísticos, simplesmente serão temporariamente fechadas, ou seja, zero de receita no período.

Identificamos, nesse cenário, dois problemas sérios:

1 – Custos Fixos: são aqueles custos, que, independentemente de a empresa ter receita ou não, ele existe. Exemplos: folha de pagamento, encargos, aluguel, energia, telefone, honorários contábeis, entre inúmeros outros. Nesse caso não existe uma alternativa que não seja a negociação. Não recomendamos que o empresário queime as suas reservas. Negocie, protele.

2 – Pagamentos de fornecedores e financiamentos: é provável que a empresa tenha dificuldades em receber dos seus clientes, além de deixar de realizar a venda à vista, e, portanto, terá dificuldade para pagar os seus credores. Mais uma vez, a saída é a negociação e a preservação das reservas, afinal, sempre pode piorar.

Todos estão no mesmo barco. A turbulência é igual para todos e a perda é certa. Resta manter a calma e ser racional. Estima-se que esse grande problema dure de 30 a 60 dias. Ele pode demorar, mas vai acabar. E quando acabar, é hora de o empresário rever os seus conceitos, identificar os seus pontos fracos e definir uma estratégia vencedora, mas com os pés no chão. Dessa forma, ele vai se recuperar de maneira mais rápida e eficiente.

*Milton Rui Jaworski é formado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e há mais de 30 anos fundou a Jaworski Consultoria Empresarial (www.jaworskiconsultoria.com.br)

Prefeitura de Caruaru realiza trabalho de conscientização junto às categorias de transportes alternativos e taxistas

A Prefeitura de Caruaru, por meio da Autarquia Municipal de Defesa Social, Trânsito e Transportes (DESTRA), realizou, na manhã da quinta-feira (19), um trabalho de conscientização junto às categorias de transportes alternativos e taxistas sobre os cuidados e prevenção contra o Covid-19.

A ação contou com entrega de panfletos, cartazes e abordagens aos condutores. Os agentes estiveram no terminal leste, Rua dos expedicionários, Praça do Rosário, Rua 7 de setembro, Shopping Difusora, Av. Rio Branco e Terminal Rodoviário.

Coluna Esplanada

Brasília, sexta-feira, 20 de março

Panelaço de Dória

No dia seguinte ao panelaço contra o presidente Jair Bolsonaro que soou como alarme à equipe palaciana, numa estratégia política o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), lançou um pacote de medidas para segurar a economia do Estado e se posicionou, naturalmente, como maior contraponto eleitoral ao chefe da nação com vistas para 2022. Alvo de críticas pelo perfil propagandista, Dória mudou o tom. Mandou fechar shoppings, pediu o Governo para manter aeroportos abertos por serviços essenciais, e agradou ao mercado ao lançar ações que vão de adiamento de cobranças em protestos de a estímulos ao comércio.

Contraponto

Os elogios de João Dória, de Rodrigo Maia e de Dias Toffoli (STF) à imprensa não foram trato. Mas saíram como provocação direta a Bolsonaro, que ataca a mídia.

Baixa imperial

Os Príncipes Dom Antonio, Dom Francisco e Dom Alberto de Orleans e Bragança, da família imperial, testaram positivo para coronavírus e estão em tratamento. Isolados.

Ei, ei!

Pegos de surpresa pela Febraban, os cinco maiores bancos buscam soluções para evitar fila na porta para adiamento da cobrança de empréstimos por 60 dias. A tecnologia do BB, por exemplo, corre para atualizar o app a fim de oferecer o serviço online.

Corona & BPC

O Governo luta para manter o veto do presidente ao aumento do Benefício de Prestação Continuada que vai custar R$ 20 bilhões a mais. Chegou a recorrer a uma liminar do ministro Bruno Dantas, do TCU (surpresa!), que suspendeu a votação do Congresso (o STF deve derrubar). Mas esse dinheiro é crucial para movimentar a economia nas classes C e D. Deveria até compor o pacote de emergência do ministro Paulo Guedes.

Proporção fatal

A conta na Regra de 3: Na China, foco da pandemia, o coronavírus matou 0,0002% da população em dois meses. Na Itália, matou 0,005% da população em 15 dias.

Virose digital

Termo desconhecido na busca do Google até início de janeiro, o covid-19 já tinha 5,7 bilhões de citações até ontem à noite. Surpresos? ‘Coronavírus’ tem 6,25 bilhões.

MERCADO

Fila

O comércio de produtos importados vai sentir. Os estivadores paralisaram na quarta-feira suas atividades no Porto de Santos, maior porta de entrada dos produtos.

Nas altura$

Efeito do dólar acima de R$ 5 na praça: Um brasiliense abriu o cofre para salvar as contas do mês, e ficou com as ‘verdinhas’ na carteira. Nenhuma casa de câmbio quer comprar a moeda.  Pior: o comércio não aceita pagamento em dólar.

Seu sinal

Não é de hoje que as teles tratam o consumidor como se fizessem um favor. Protegidas por lei (que ajudaram a forjar no Congresso), cobram caro o plano de internet e dados, mas podem entregar até 80% do sinal, embora você pague 100% do pacote. Sabia disso?

Ambulantes S.A.

O Rio de Janeiro está largado aos camelôs, comentou um carioca leitor. Não é de hoje, a despeito de fiscalização pontual. Mas piorou bem. Em 2003, este repórter decidiu andar por toda a extensão da Av. Rio Branco. Contou 440 camelôs dos dois lados da calçada.

Te cuida, balcão

A Drogasil, cuja turma do balcão (em Brasília) reclama da ausência de máscaras para atender, informa que “uso individual é medida fundamental a partir do momento em que passar a ocorrer transmissão comunitária” Hein?! Avisa que analisa diariamente cada uma das 354 lojas no País.

Ponto Final

Desgraça pouca é bobagem. NASA ainda descobre asteróide de 4,5 km de diâmetro em direção à Terra. Mas jura que não colide.

ESPLANADEIRA

# Dados da Lendico mostram que 59% dos pedidos de empréstimo recebidos em SP, em fevereiro, foram para pagamento de dívidas. Já para crédito para empreender foram 22% das solicitações no mesmo mês. # Mercado Pago já oferece descontos com QR Code para compras essenciais, com descontos de R$ 10 em compras acima de R$ 20. # A Coluna volta na segunda-feira.

Coronavírus: Pernambuco determina fechamento de shoppings, bares e outros estabelecimentos comerciais

Como forma de conter a proliferação do novo coronavírus em Pernambuco, o governador do Estado, Paulo Câmara, determinou o fechamento de shoppings centers, salões de beleza, clubes sociais, bares, restaurantes, lanchonetes e comércio de praia. O anúncio foi feito pelo governador em vídeo pelas redes sociais no início da tarde desta quinta-feira (19), e as mudanças passam a valer a partir deste sábado (21).
Mesmo com a determinação, bares e restaurantes poderão atender, exclusivamente, para entregas; e os parques e praias, para a prática de atividades físicas. “Precisamos que o máximo de pessoas permaneçam em suas casas. O esforço precisa ser de todos nós. A prioridade agora é preservar vidas”, declarou o governador.

Paulo Câmara, no entanto, não informou o prazo de validade da determinação. Ele anunciou, no entanto, que novas medidas devem ser anunciadas em coletiva de imprensa no fim desta quinta-feira (19) – a entrevista será online como forma de evitar aglomeração e, assim, a propagação do novo coronavírus.

Por: Portal FolhaPE
Foto: Blog do Edvaldo Magalhães

Uninassau Caruaru produz álcool gel para uso interno

A Faculdade Uninassau Caruaru está produzindo, desde a última sexta-feira (13), o álcool gel, material que vem sendo bastante utilizado pela população nos últimos dias, devido ao novo Coronavírus. A produção é feita por um grupo de alunos do sétimo período do curso de Farmácia, junto a professores e coordenação do curso e está sendo continuada por docentes e coordenador do curso, dentro dos parâmetros da farmacotécnica, com a produção em laboratório.

Foram produzidos, até o momento, cerca de 10 litros de álcool gel, distribuídos entre um evento que reunia pessoas de fora do Estado e o uso interno para colaboradores e pessoas que circulam na Instituição de Ensino Superior (IES).

Ainda segundo o Coordenador do curso de Farmácia da Uninassau Caruaru e profissional farmacêutico, Janderley Mattos, haverá continuidade da produção nos próximos dias, garantindo o abastecimento para uso interno. “Muito tem se falado da eficácia e uso do álcool gel, mas a população precisa se atentar e dar prioridade à regra básica, que é lavar as mãos com água e sabão. Quando não estiver num ambiente que propicie o indivíduo lavar as mãos, aí é indicado o uso do álcool, que pode ser em líquido também, mas necessita ser o álcool a 70 graus”, orienta Mattos.

O farmacêutico alerta quanto às produções caseiras do álcool gel, que estão sendo realizadas nos últimos dias por populares. “Não existe nenhuma evidência de eficácia de qualquer tipo de álcool gel produzido em casa. Então, as pessoas não podem confiar nessas produções sem um processo sério e técnico de fabricação. Além disso, há um grande risco na manipulação do álcool, por ser um produto extremamente inflamável e sua manipulação indevida pode causar sérios riscos”, alerta o farmacêutico.

Prefeitura de Caruaru cria Grupo Operacional de Fiscalização Integrada para atuar juntos aos eventos em bares, restaurantes e estabelecimentos comerciais

A Prefeitura de Caruaru segue antecipando as ações de enfrentamento ao novo coronavírus. Na última quarta-feira (18), a secretária de Ordem Pública, Karla Vieira, realizou uma reunião com o objetivo de criar o Grupo Operacional de Fiscalização Integrada com protocolos de atuação sob o amparo dos decretos municipal e estadual e portarias do comitê municipal.

O grupo foi criado para atuar juntos aos eventos em bares e restaurantes, além de outros estabelecimentos comerciais, evitando aglomeração acima de 50 pessoas. Caso não sejam cancelados, os estabelecimentos serão notificados. As fiscalizações serão conjuntas entre a Secretaria de Ordem Pública, Autarquia Municipal de Defesa Social, Trânsito e Transportes (Destra), Secretaria da Fazenda, Serviços Públicos, Procon, Vigilância Sanitária e Autarquia de Urbanização e Meio Ambiente de Caruaru, além de entidades parceiras das Polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal, Bombeiro Militar e Disque-Denúncia. “Estaremos de forma conjunta, nas ruas, conscientizando a população. A situação precisa de cuidados e estamos agindo para tranquilizar a população de uma forma muito responsável. Caruaru, mais uma vez, sai na frente, antecipando as ações de enfrentamento contra o Covid-19”, afirmou a secretária de Ordem Pública, Karla Vieira.

A população pode contribuir denunciando as casas de show e bares, por meio do disque-denúncia, nos telefones: 3719–4545 (das 7h às 19h, de segunda a sexta), ou pelo WhatsApp 98256 – 4545 \ 98170-2525. Outro contato disponível será o da ouvidoria municipal, no número 156 (das 7h às 13h, de segunda a sexta), ou no WhatsApp 98384-5936.

Nesta quinta-feira (19), os donos dos estabelecimentos serão convidados para uma reunião com a Secretaria da Fazenda. No encontro, serão repassadas as orientações para qualquer festividade ser evitada. Caso exista a insistência do funcionamento, o Grupo Operacional de Fiscalização Integrada vai aplicar as sanções previstas na  lei, variando de notificação preventiva, cassação do alvará, fechamento do estabelecimento, podendo chegar até a prisão – prevista pelos órgãos de polícia -, que varia de de um mês a um ano de detenção.

Comitê de Crise Municipal – A Prefeitura de Caruaru publicou um decreto, na noite do último domingo (15), elencando uma série de medidas que devem ser adotadas para o combate ao novo coronavírus. As definições foram resultado de uma reunião extraordinária, realizada no Palácio Jaime Nejaim, com representantes de todas as secretarias, em um trabalho conjunto de análise de vários cenários nos quais o vírus tem se instalado. Em Caruaru, nenhum caso foi confirmado até o momento. O material foi elaborado pelo Comitê de Crise Municipal e todos os detalhes podem ser conferidos no Diário Oficial, a partir do Decreto Municipal nº 024/2020 e a da Portaria nº 157/2020. O documento norteia todas as estratégias iniciais do combate ao novo coronavírus.

Foto: Jorge Farias

Câmara aprova decreto de calamidade pública por conta do coronavírus

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (18), por votação simbólica, o pedido do governo federal para declaração de estado de calamidade pública no país. O projeto será encaminhado para votação no Senado e precisa de pelo menos 41 votos para ser aprovado.

A declaração de estado de calamidade pública é uma medida inédita em nível federal. Na mensagem, o governo pede a que seja dispensado de atingir a meta fiscal, entre outras medidas, para combater a pandemia.

“A crise é muito grande. O mais importante: a decretação de calamidade abre espaço fiscal, abre espaço para o governo aplicar mais recursos para a saúde. A gente sabe que os R$ 5 bilhões eram poucos recursos para área de saúde. Estados e municípios precisam de mais recursos”, afirmou o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). “A decretação de calamidade abre espaço fiscal para que a gente trate do enfrentamento do coronavírus do ponto de vista da saúde pública, da economia, da área social – em relação aos brasileiros mais vulneráveis”, acrescentou.

Neste ano, o Orçamento sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro prevê um déficit primário de R$ 124,1 bilhões como meta fiscal para o Governo Central. Com a adoção do estado de calamidade, o governo suspende os prazos para ajuste das despesas de pessoal e dos limites do endividamento; para o cumprimento das metas fiscais; e para adoção dos limites de empenho (contingenciamento) das despesas até 31 de dezembro deste ano.

O governo argumenta que a medida é necessária “em virtude do monitoramento permanente da pandemia Covid-19, da necessidade de elevação dos gastos públicos para proteger a saúde e os empregos dos brasileiros e da perspectiva de queda de arrecadação”.

O presidente da Câmara ressaltou que a ampliação dos gastos públicos e maior presença do estado na economia são cruciais no combate à pandemia de coronavírus. Segundo ele, assim que a crise for superada no país, o Congresso voltará a ter como prioridade a organização dos gastos públicos, com as reformas administrativa, tributária e a manutenção do teto dos gastos.

“A minha obrigação é de não ficar fixado numa posição, quem fica numa fixado numa posição, fixação em meta fiscal, está com algum problema. Com um tsunami na saúde e na economia, não está com a cabeça no lugar”, afirmou.

Cheque especial
De acordo com o relator da medida, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), não será dado um “cheque em branco” ao governo, mas, sim, um “cheque especial”. “O Congresso mostra estar pronto para enfrentar essa crise ao votar a mensagem no mesmo dia que ela chegou”, ressaltou Orlando Silva.

“O reconhecimento da situação de calamidade pública, com as repercussões que terá sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, vai oferecer ao governo todos os instrumentos para combater essa pandemia. Sobretudo, eu diria, fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e permitir que o governo coopere com estados e municípios para que Estados e Municípios e o poder central, juntos, possam enfrentar os riscos oferecidos por esta pandemia”, avalia o relator.

A comissão poderá trabalhar por meio virtual. O texto aprovado prevê reuniões mensais com técnicos do Ministério da Economia e uma audiência bimestral com o ministro da pasta, Paulo Guedes, para avaliar a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas emergenciais.

Por: Heloisa Cristaldo e Luciano Nascimento – Repórteres da Agência Brasil
Foto:Pablo Valadares/Câmara dos Deputados