terça-feira, 21 de julho de 2026

Caixa credita hoje saque emergencial do FGTS para nascidos em outubro

Cerca de 5 milhões de trabalhadores nascidos em outubro começam a receber hoje (8) R$ 3,2 bilhões em crédito do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de até R$ 1.045. O pagamento será feito por meio da conta poupança digital da Caixa Econômica Federal.

Apesar de a Medida Provisória 946, que instituiu o saque emergencial, ter perdido a validade, a Caixa manteve o calendário de saques, com base no princípio da segurança jurídica. Ao todo, o governo pretende injetar R$ 37,8 bilhões na economia, beneficiando cerca de 60 milhões de pessoas.

Anunciado como instrumento de ajuda aos trabalhadores afetados pela pandemia do novo coronavírus, o saque emergencial permite a retirada de até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas no FGTS. O valor abrange tanto as contas ativas quanto as inativas.

Nesta fase, o dinheiro poderá ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem. A ferramenta permite o pagamento de boletos (água, luz, telefone), compras com cartão de débito virtual em sites e compras com código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de cartão de lojas parceiras, com débito instantâneo do saldo da poupança digital.

Liberação para saque

O dinheiro só será liberado para saque ou transferência para outra conta bancária a partir de 31 de outubro, para os trabalhadores nascidos nesse mês. O calendário de crédito na conta poupança digital e de saques foi estabelecido com base no mês de nascimento do trabalhador.

Até agora, a Caixa creditou o saque emergencial do FGTS para os trabalhadores nascidos de janeiro a setembro. Os beneficiários nascidos em abril tiveram o dinheiro liberado para saque no último sábado (5).

Agência Brasil

Campanha Serasa Limpa Nome termina nesta terça-feira

Termina nesta terça-feira (8) o prazo para quitação de dívidas por apenas R$ 100, uma iniciativa da Serasa em conjunto com 21 empresas parceiras: Tricard, Recovery, Ativos, Itapeva, Credsystem, Avon, Pernambucanas, Casas Bahia, Ponto Frio, Anhanguera, Unopar, Pitagoras, Unime, Iuni, Uniderp, Unirondon, Unique, Hoepers, Algar, Calcard e Vivo. Até momento, a campanha Serasa Limpa Nome negociou o pagamento de 2,5 milhões de débitos.

A oportunidade vale para quem possuir dívidas que variam entre R$ 200 e R$ 1.000 com as empresas envolvidas. De acordo com a Serasa, um total de 21,5 milhões de dívidas podem ser quitadas nesta campanha.

Passo a passo

A Serasa criou um roteiro prático para que os consumidores possam aproveitar o último dia renegociações por R$ 100. Como as agências físicas da empresa estão fechadas durante a pandemia, todo o processo está sendo feito exclusivamente pela internet.

O primeiro passo é acessar o site da Serasa ou baixar o aplicativo no celular, digitar o CPF e preencher um breve cadastro. Com isso, é possível usar os serviços com a garantia de que só o próprio consumidor terá acesso aos seus dados. O interessado também pode regularizar débitos financeiros pelo WhatsApp, através do número: (11) 98870-7025.

Ao entrar na plataforma, todas as informações financeiras do consumidor já aparecerão na tela, devidamente explicadas, incluindo as dívidas que tiver. Se quiser conhecer as condições oferecidas para pagamento, basta clicar para ser direcionado até uma nova página, onde serão apresentadas as mais variadas opções para renegociar cada débito.

Depois que você escolher uma das opções de valor, é só escolher se vai ser à vista ou em parcelas, e a melhor data de vencimento. Em seguida, a plataforma da Serasa gera um ou mais boletos, dependendo da forma de pagamento escolhida, já com a data de vencimento escolhida. Com o boleto o consumidor pode optar em pagar pelo aplicativo do banco em que tiver conta, que consegue ler o arquivo diretamente do computador, ou então imprimir a via e pagar na agência ou nas casas lotéricas.

 

Agência Brasil

Programa Cidades Sustentáveis disponibiliza carta-compromisso destinada a pré-candidatos nas eleições 2020

O Programa Cidades Sustentáveis (PCS) lançou uma iniciativa para auxiliar pré-candidatos nas eleições municipais deste ano com temas relacionados ao desenvolvimento sustentável. A entidade está disponibilizando em seu site três cartas de compromisso, uma para pré-candidatos à prefeitura, outra a ser assinada por pré-candidatos à Câmara Municipal e a terceira destinada aos partidos políticos.

Ao assinar os documentos, os postulantes aos cargos públicos e as siglas se comprometem a seguirem uma série de ações relacionadas ao Meio Ambiente. Cada carta possui uma quantidade de indicadores. Segundo Zuleide Goulart, coordenadora do Programa Cidades Sustentáveis, além de firmarem compromisso com a sustentabilidade a assinatura do documento possibilita que a entidade trace um perfil dos municípios brasileiros.

“O objetivo é identificar as reais necessidades, quais são as áreas mais vulneráveis, quais políticas públicas devem ser implementadas e quais investimentos devem ser feitos. A partir desse diagnóstico, será possível realizar um plano de metas para os quatros anos de gestão.”

A carta-compromisso a ser assinada pelos pré-candidatos também engloba ações de combate à desigualdade social. Além disso, o documento está alinhado com a Agenda 2030, plano de ações da Organização das Nações Unidas (ONU) que contém 169 metas a serem alcançadas em até 10 anos, entre elas a erradicação da pobreza, promoção da igualdade de gênero, fornecimento de energia limpa, entre outras.

Zuleide Goulart diz que, ao firmarem compromisso com essas metas, os gestores públicos se responsabilizam a seguirem esses propósitos de forma colaborativa com a sociedade civil. “Esse é um dos compromissos: fazer [essa parceria] de forma participativa, com a realização de audiências públicas e colher as propostas da sociedade.”

A campanha ocorre em parceria com o Projeto CITinova e apoio do Instituto Arapyaú. O Programa Cidades Sustentáveis afirma que a carta-compromisso vem apresentando resultados desde a sua implementação, em 2016, e que mais de 60 municípios brasileiros, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, criaram leis que torna obrigatória a assinatura do documento por candidatos.

 

Coluna Esplanada

BRASÍLIA, TERÇA-FEIRA, 8 DE SETEMBRO DE 2020

Recuo estratégico

O barulho do empresariado dos serviços ecoou no Palácio. O Governo Bolsonaro recuou da tentativa de acelerar a Reforma Tributária do Executivo e pediu para retirar o regime de urgência para o Projeto de Lei que cria a Contribuição sobre Bens e Serviços, tributo que unifica PIS-Cofins criando uma alíquota de 12% para o setor e que trancava a pauta de plenário da Câmara a partir de hoje. Os deputados não poderiam mais votar outras propostas até que essa parte da reforma fosse deliberada.

A granel

O Governo quer mandar uma reforma fatiada e uma das propostas inclui a criação de um novo tributo sobre transações digitais para compensar a desoneração da folha.

Cidadania

O Tribunal Superior Eleitoral tem registrado considerável aumento de interessados em serem mesários na eleição de novembro.

Acervo na estante

Por falar no TSE, a biblioteca da Corte eleitoral acaba de ganhar mais de 5 mil livros doados pela família do ex-ministro José Guilherme Villela, assassinado em 2009.

OVNI do marqueteiro

Os custos da atividade partidária do PSC estão no foco desde que seu principal dirigente, o Pr. Everaldo, foi preso na mesma operação que apeou do cargo o então governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. Entre eles, figura o pagamento de R$ 1,7 milhão feito ao marqueteiro argentino Jorge Gerez, que cuidou da campanha de Pr. Everaldo à Presidência em 2014. A produtora de vídeo OVNI, vinculada a Gerez, também recebeu uma quantia semelhante.

Rodas desgovernadas

A briga surda entre o empresariado e o Governo de Pernambuco causa crise sem precedentes nos transportes do BRT na Região Metropolitana do Recife. Os usuários estão prejudicados, pois metade das 42 estações foi depredada por vândalos. A PM parou de fazer a escolta dos veículos e linhas tiveram a operação reduzida. Ninguém assume a responsabilidade.

De quem entende

O cientista político Antônio Lavareda diz que a eleições nas capitais serão nacionalizadas. A pandemia, a crise econômica e a polarização política serão temas prioritários nas campanhas. Ele é autor de um terceiro livro sobre eleições municipais, lançado no último dia 2, com a também cientista política Helcimara Telles.

DPU ferve

A Defensoria Pública da União tem uma velada e acirrada disputa pelo comando do órgão. Envolve até implicância com um candidato que é contra o aborto.

Peso do malhete

Passa um calvário numa penitenciária do Piauí, para onde voltou a mando da Justiça, o jornalista Arimatéia Azevedo, suspeito de extorsão. Ele provocou muito o Judiciário

‘Seu’ Marcelo

Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente português, ganhou manchetes recentes ao salvar duas meninas numa praia do Algarve quando passeava de jet ski. Não é surpresa para leitores da Coluna em Lisboa que o conhecem. Rebelo dirige o próprio carro, entra na fila de supermercados e almoça entre comuns num tradicional restaurante lisboeta.

ESPLANADEIRA

# Estudo da ONG World Vision aponta que 61% das pessoas entrevistadas em 7 países doadores acreditam que seus governos devem investir em ações globais contra Covid-19.

Eleições: Itens de proteção doados terão isenção de ICMS

Os itens de proteção doados para a realização das eleições municipais deste ano serão isentos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A decisão foi tomada por unanimidade pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão composto pelos 27 secretários estaduais de fazenda.

A isenção deve baratear produtos como álcool em gel, máscaras de proteção e protetores faciais. Cabe aos estados regulamentar de que forma a isenção será dada. Já o TSE vai regulamentar o recebimento dos itens e direcionar as doações para os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

Fonte: Brasil 61

Covid-19: Pernambuco totaliza 132.420 casos confirmados, sendo 25.589 graves e 106.831 leves

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, ontem (07.09), 268 novos casos da Covid-19. Entre os confirmados, apenas 38 (14%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e os outros 230 (86%) são leves, ou seja, pacientes que não demandaram internamento hospitalar. Agora, Pernambuco totaliza 132.420 casos confirmados, sendo 25.589 graves e 106.831 leves.

Além disso, o boletim registra um total de 114.990 pacientes recuperados da doença. Destes, 15.115 eram pacientes graves, que necessitaram de internamento hospitalar, e 99.875 eram casos leves.

Os casos graves confirmados da doença estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Também foram confirmados laboratorialmente 19 óbitos (sendo 10 do sexo masculino e 9 do sexo feminino). Os novos óbitos confirmados são de pessoas residentes nos municípios de Araripina (1), Belo Jardim (1), Bonito (1), Camaragibe (1), Caruaru (2), Frei Miguelinho (1), Garanhuns (1), Lagoa do Ouro (1), Olinda (3), Paulista (2), Pesqueira (1), Petrolândia (1), Petrolina (1), Santa Cruz do Capibaribe (1) e Tracunhaém (1). Com isso, o Estado totaliza 7.721 mortes pela doença.

As mortes registradas ocorreram entre 30 de maio e 06 de setembro. Do total de mortes, 6 (32%) ocorreram neste mês de setembro, sendo 2 registradas no domingo (06/09), 2 em 05/09 e 2 em 04/09. Os outros 13 registros (68%) ocorreram entre os dias 30/05 e 24/08.

Os pacientes tinham idades entre 40 e 93 anos. As faixas etárias são: 40 a 49 (2), 50 a 59 (1), 60 a 69 (3), 70 a 79 (8), 80 anos ou mais (5).

Dos 19 pacientes que vieram a óbito, 14 apresentavam comorbidades confirmadas: doença cardiovascular (10), diabetes (10), hipertensão (5), imunossupressão (1), histórico de tabagismo (1), doença pulmonar (1), câncer (1), obesidade (1) e doença respiratória (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Os demais estão em investigação.

Com relação à testagem dos profissionais de saúde com sintomas de gripe, em Pernambuco, até agora, 21.053 casos foram confirmados e 33.964 descartados. As testagens entre os trabalhadores do setor abrangem os profissionais de todas as unidades de saúde, sejam da rede pública (estadual e municipal) ou privada. O Governo de Pernambuco foi o primeiro do país a criar um protocolo para testar e afastar os profissionais da área da saúde com sintomas gripais.

Brasil tem queda pela 2ª vez na média móvel de mortes; óbitos continuam caindo em PE

O Brasil chegou ontem (7) a 127.001 mortes e 4.147.598 casos confirmados de coronavírus, aponta o consórcio de veículos de imprensa, em boletim concluído às 20h da segunda. A média móvel de mortes registrou queda de 17%, o que, pelos critérios do consórcio, coloca a situação como em queda.

Depois de sábado (5), esta é a segunda vez que a média móvel de mortes aparece com tendência de queda desde 5 de junho. Pelos critérios do consórcio, variações de até 15%, para mais ou para menos, são considerados estabilidade. Entenda os critérios.

O país registrou 315 mortes pela Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas, chegando ao total de 127.001 óbitos. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 784 óbitos, uma variação de -17% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Em casos confirmados, já são 4.147.598 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 9.992 desses confirmados nesta segunda. A média móvel de casos foi de 33.814 por dia, uma variação de -10% em relação aos casos registrados em 14 dias.

Dois estados apresentam alta de mortes: AM e RR. Em relação a domingo (6), ES, DF, GO, MT e RO estavam com o número de mortes estáveis, segundo a média móvel, e agora estão em queda. RR aparecia estável e agora está subindo. No AM, ainda há reflexo da reclassificação de mortes de meses anteriores, das quais mais de 200 foram divulgadas com Covid como causa nas últimas semanas.

Brasil, 7 de setembro

Total de mortes: 127.001
Registro de mortes em 24 horas: 315
Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 784 por dia (variação em 14 dias: -17%)
Total de casos confirmados: 4.147.598
Registro de casos confirmados em 24 horas: 9.992
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 33.814 por dia (variação em 14 dias: -10%)

(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou dois boletins parciais, às 8h, com 126.686 mortes e 4.137.722 casos; e às 13h, com 126.736 mortes e 4.139.257 casos confirmados.)

Estados

Subindo (2 estados): AM e RR

Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (8 estados): PR, RS, MG, SP, MS, PA, TO e CE.

Em queda (17 estados): SC, ES, RJ, DF, GO, MT, AC, AP, RO, AL, BA, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Fonte: G1

Brasil registra 315 mortes por Covid-19, menor número desde maio, aponta consórcio de veículos de imprensa

Mais de 127 mil pessoas já morreram por causa da Covid-19 no Brasil. Os dados foram apresentados ontem (07) pelo consórcio de veículos de imprensa. O estudo apontou ainda que, nas últimas 24 horas, foram registrados 315 óbitos relacionados ao novo coronavírus, menor número desde maio.

Entre domingo e segunda, foram mais 9.992 testes positivos de Covid-19 — no total, 4.147.598 pessoas já se contaminaram no país desde o início da pandemia.

Caruaru: 93,68% dos pacientes já se recuperaram do novo coronavírus

A Secretaria de Saúde de Caruaru informa que até esta segunda (7) 93,68% dos pacientes já se recuperaram do novo coronavírus.

O número de testes realizados subiu para 20.221 dos quais 7.130 foram através do teste molecular e 13.091 do teste rápido, com 7.431 confirmações para à Covid-19.

O número de casos descartados subiu para 12.290.

Também já foram registrados 28.943 casos de síndrome gripal, dos quais 1.480 foram orientados a ficar em isolamento domiciliar.

Quem tem medo do lobo-guará

Fora a beleza discutível da nova cédula de 200 reais, o que se precisa discutir é se o valor nominal será o valor real da cédula lançada, após um período de 18 anos sem novas cédulas. Desbancando a garoupa de 100 reais, o lobo-guará hoje ocupa o topo da cadeia da fauna das notas brasileiras e saber os motivos de sua inserção no mercado nos motiva a escrever. O que a cédula nova representa na economia brasileira? Quais os rumos econômicos do país? Estamos indo para o caminho certo?

O impacto significativo da pandemia ocorre visivelmente na economia. Desse modo, para manter um “colchão social”, o Governo Federal precisou pagar o auxílio emergencial. Houve, naturalmente, um aumento da demanda por papel moeda por parte da população, sendo um dos fatores que explicariam a necessidade do simpático lobo em nossas carteiras.

Outro fenômeno da pandemia foi o fato de quem tinha dinheiro deixou de circular por medo do futuro, gerando o “entesouramento”, fenômeno atribuído à diminuição de circulação de moedas.

Duas ações conflitantes ocorreram, maior necessidade de dinheiro por conta do auxílio emergencial e, logo após, um movimento de retenção do papel moeda, por medo do desconhecido, as notas ficaram em casa, fruto também do isolamento social que diminuiu o consumo e reteve o dinheiro para alguns privilegiados.

Outro fator justificante para emissão da nova nota integrante da família real repousa no fato de haver uma desvalorização da moeda brasileira frente ao dólar.

Apesar do controle inflacionário, sempre existe o medo de ressuscitar o “Dragão da Inflação”, que em um passado não tão distante foi mais de 100% ao ano. O custo do arroz, que teve aumento significativo, fez acender o alerta vermelho para um eventual retorno da inflação. Sabemos, porém, que o consumo de alimentos, em que pese ser fator essencial para mensurar a inflação, não é o único, mas não se pode perder de vista diminuição da atividade econômica com efeitos ainda não previsíveis.

Aliados aos efeitos da pandemia na economia, não podemos esquecer de que o “casamento” Guedes e Bolsonaro anda estremecido e, em um eventual divórcio, a economia ficará sem um rumo, pois o Presidente já deixou claro, em várias ocasiões, que não sabe o que fazer quando o tema é economia.

O cenário atual é que o real está desvalorizado, em comparação ao dólar, e entre as principais moedas do mundo, perdendo valor em pouco tempo. Se não tiver cuidado, o pobre lobo-guará poderá logo ser convertido em pato.

Se por fatores cambiais técnicos, ou por haver a possível volta da inflação, a moeda de 200 reais se faz necessária, esperamos que a economia volte a vibrar e crescer, e que o lobo posso rugir como um leão e voar como uma águia, para que não seja reduzido a um pato, pagando assim pelo males da economia.