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Publicada MP que prorroga auxílio emergencial até o fim do ano
Governo envia PEC da reforma administrativa para análise do Congresso
O governo federal encaminha hoje (3) ao Congresso Nacional a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma administrativa. De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência, a medida altera disposições sobre servidores e empregados públicos e inclui entre os princípios da administração pública a imparcialidade, a transparência, a inovação, a responsabilidade, a unidade, a coordenação, a boa governança e a subsidiariedade.
Às 10h, a equipe do Ministério da Economia concederá entrevista coletiva para detalhar os pontos da PEC. A medida apresenta novas possibilidades de vínculos com a Administração Pública, sem alterar o regime dos atuais servidores.
Entre as alterações para os futuros servidores, a proposta sugere a exigência de dois anos em vínculo de experiência, com desempenho satisfatório, antes de estar investido em cargo público e começar o estágio probatório de um ano para os cargos típicos de Estado. Nesse caso, ao final da experiência, haverá uma classificação final dentro do quantitativo previsto no edital do concurso público, entre os mais bem avaliados.
Se aprovado pelo Congresso, os empregados públicos, assim como acontece hoje com os servidores públicos, terão aposentadoria compulsória aos 75 anos. O Poder Público também não poderá instituir medidas anticoncorrenciais em favor de estatais.
De acordo com a nota da Secretaria-Geral, a PEC prevê ainda mais limitações ao exercício de outras atividades para ocupantes de cargos típicos de Estado e menos limitações para os servidores em geral. Atualmente, são exemplos de cargos típicos de Estado as carreiras do Judiciário e do Ministério Público, auditores-fiscais, polícias e da advocacia pública.
A pasta explicou ainda que a medida apresenta o fim do que é conhecido como “regime jurídico único” e institui vínculo de experiência, vínculo por prazo determinado, cargo com vínculo por prazo indeterminado, cargo típico de Estado e cargo de liderança e assessoramento (cargos de confiança). Os critérios para definir os cargos típicos de Estado serão estabelecidos em lei complementar federal.
A proposta do governo proíbe a redução de jornada sem redução de remuneração, as promoções ou progressões exclusivamente por tempo de serviço, a incorporação de cargos em comissão ou funções de confiança à remuneração permanente, a aposentadoria compulsória como modalidade de punição e a redução de remuneração por motivo de redução de jornada para os cargos típicos de Estado.
A PEC também fixa em lei a jornada máxima tolerada nos casos de acumulação de atividade remunerada e prevê, em lei complementar federal, aplicável a todos os entes federados, a elaboração de normas gerais sobre servidores. A proposta possibilita ainda maior margem para o Presidente da República reorganizar a administração pública e transformar cargos públicos, desde que sem nenhum aumento de despesa.
Por fim, a PEC estabelece a possibilidade de cooperação entre os entes públicos e privados, inclusive com o compartilhamento de estrutura física e utilização de recursos de particulares, com ou sem contrapartida financeira. De acordo com a Secretaria-Geral, a medida visa maior aproximação do setor público com a iniciativa privada.
Agência Brasil
Prorrogação de auxílio emergencial aumenta restrições para recebimento de benefício
Perdemos 1,2 milhão de empregos, mas preservamos 11 milhões, destaca Guedes em audiência no Congresso
O ministro da Economia, Paulo Guedes, participou, na terça-feira (1º), de audiência pública virtual realizada pela comissão mista do Congresso Nacional que acompanha as medidas do governo federal durante a pandemia da Covid-19. Na ocasião, Guedes abordou as principais medidas governamentais para minimizar os efeitos da crise que afeta o país.
Com base na informação divulgada nesta terça, de que o auxílio emergencial será prorrogado por mais quatro meses ao valor de R$ 300 reais, o ministro afirmou que o governo tenta fazer uma “aterrissagem suave”, já caminhando para as últimas camadas de proteção que serão lançadas. Além dessa questão, Guedes destacou projetos de negociações trabalhistas que ajudaram a preservar empregos no país.
“Sim, perdemos 1,2 milhão de empregos em três ou quatro meses. Só que conseguimos preservar 11 milhões de empregos no mercado formal. No informal, descobrimos 38 milhões de brasileiros invisíveis e os protegemos. Gastamos, até agora, cerca de R$ 180 bilhões nessa proteção com o auxílio emergencial, e agora prorrogamos por mais quatro meses, o que representa quase mais R$ 100 milhões”, defende.
O presidente Jair Bolsonaro também se pronunciou sobre as mudanças no auxílio emergencial. Para o chefe do Executivo, o valor atual de R$ 600 não atende a todas as necessidades, mas “é muito para quem paga”.
“Agora resolvemos prorrogá-lo (auxílio) por Medida Provisória até o final do ano. O valor, como vínhamos dizendo, R$ 600 é muito para quem paga, no caso o Brasil. Não é um valor o suficiente muitas vezes para todas as necessidades, mas basicamente atende. O valor definido agora há pouco é um pouco superior a 50% do Bolsa Família. Decidimos, até atendendo a economia em cima da responsabilidade fiscal, fixa-lo em R$ 300”, disse o presidente.
Durante a reunião, o ministro da Economia também rebateu a informação de que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil teve um tombo histórico de 9,7% no segundo trimestre, em relação aos três primeiros meses do ano, devido ao impacto da crise do coronavírus.
“Esse foi o impacto inicial, uma queda de, aparentemente 10%, mas na verdade isso é um som distante daquele impacto da pandemia lá atrás. É onde o Brasil ficaria caso não tivéssemos tomado, junto com o Congresso, todas as medidas. Hoje, todas as estimativas são de uma queda entre 4% e 5%. Praticamente a metade do que traz esse som que chega agora”, pontua.
Paulo Guedes também lembrou das medidas que ajudaram estados e municípios a manterem a economia em movimento. Ele afirmou que foram repassados quase R$ 200 bilhões para os entes, ao passo que a queda de arrecadação foi de 6%.
“Quando você pega o primeiro semestre desse ano, sobre o primeiro semestre do ano passado, a queda de arrecadação de ICMS no Brasil inteiro foi de 6%, muito menos do que esses recursos que distribuímos para estados e municípios. Demos R$ 60 bilhões, mais R$ 8 bilhões de transferência Fundo a Fundo para a saúde, mais R$ 2 bilhões para o programa único de Assistência Social e mais 16 R$ bilhões do FPE e FPM”, aponta.
Guedes ainda foi questionado sobre o que o governo pretende fazer em relação ao teto dos gastos públicos da União. A resposta do ministro é de que há um compromisso imposto pela legislação e que com a aprovação de reformas estruturais, não haverá gastos excessivos que comprometam a economia do país.
“A criação do teto de gastos foi justamente um grito desesperado. Como os gastos cresciam sem parar, alguém chegou um dia e falou bota um teto. Só que um teto sem paredes cai, as paredes são as reformas para sustentar aquele teto, é o nosso esforço”, exemplificou.
A comissão
Esta foi a terceira audiência realizada pela comissão mista do Congresso Nacional que acompanha as medidas do governo federal durante a pandemia da Covid-19. O colegiado é composto por seis senadores e seis deputados, com igual número de suplentes. A ideia é que a comissão siga em funcionamento até o fim do estado de calamidade pública decorrente da pandemia, previsto para 31 de dezembro de 2020.
Presidido pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO), o colegiado tem como relator o deputado Francisco Júnior (PSD-GO) e a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) como vice-presidente. Uma das tarefas dos parlamentares é traduzir dados, números e informações técnicas para que a população possa conhecer os impactos da crise provocada pela pandemia.
Fonte: Brasil 61
Eleições 2020: Campanha visa comprometer candidatos com o desenvolvimento sustentável
A iniciativa tem por objetivo comprometer candidatos(as) e partidos políticos com o desenvolvimento sustentável e a Agenda 2030. Para isso, três cartas de compromissos estão sendo disponibilizadas nesta fase do processo eleitoral: uma para pré-candidatos(as) à prefeitura, outra a ser assinada por pré-candidatos(as) à Câmara Municipal e a terceira destinada aos partidos políticos.
A campanha destaca a importância do desenvolvimento sustentável para a qualidade de vida das pessoas, tendo como premissas a redução das desigualdades, a participação cidadã, o aprimoramento da democracia e o enfrentamento às mudanças climáticas.
Ao assinar uma das cartas do PCS, o(a) pré-candidato(a) a prefeito(a) ou vereador(a), bem como integrante de diretório partidário, se compromete a colocar em prática diversas iniciativas e políticas públicas vinculadas ao tema.
Em contrapartida, o PCS disponibiliza uma agenda completa para o desenvolvimento sustentável – a Plataforma Cidades Sustentáveis -, que inclui metodologias, ferramentas e conteúdos de apoio ao planejamento urbano integrado e à gestão municipal.
Na relação dos conteúdos da plataforma estão o Guia Gestão Pública Sustentável (GPS), Guia orientador para a construção de Plano de Metas, Guia orientador para a construção de Mapas da Desigualdade, e o Banco de Boas Práticas – casos exemplares de políticas públicas desenvolvidas em cidades brasileiras e de outros países que produziram resultados concretos e servem de inspiração para os gestores municipais. Além disso, outros guias destinados a auxiliar à gestão municipal serão disponibilizados em breve, entre os quais o de Planejamento Urbano Integrado e o de Participação Social.
Todo o material disponibilizado pelo programa está alinhado aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. Ou seja, ao colocar em prática os compromissos assumidos com o PCS, a gestão cumprirá o papel fundamental de incluir os ODS no planejamento e nas políticas municipais, contribuído para implementar a Agenda 2030 em nível local.
Sistemas prisional e socioeducativo chegam a quase 33 mil casos de Covid-19
O número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus em unidades do sistema prisional brasileiro registrou um aumento de 50,6% nos últimos 30 dias, chegando a 29.403 casos e a 183 óbitos. No socioeducativo, o crescimento no período foi de 33,9% e o registro é de 3.593 casos da doença.
O acompanhamento é uma iniciativa do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do Conselho Nacional de Justiça (DMF/CNJ) e é o único em escala nacional com dados sobre contágios e óbitos também entre servidores e sobre a situação da pandemia no sistema socioeducativo.
Ontem (2/9) também foram atualizados dados relativos ao acompanhamento que vem sendo feito pelos Grupos de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (GMF) de Tribunais de Justiça. No total, 26 estados têm detalhado informações sobre recursos disponíveis para o enfrentamento à Covid-19 em estabelecimentos prisionais, tais como equipamentos de proteção individual (EPIs), alimentação, fornecimento de água e material de higiene e limpeza, além de medicamentos e equipes de saúde. No caso do sistema socioeducativo, há dados disponibilizados por 25 estados.
Quanto à testagem, os GMFs informaram que foram realizados 36.899 exames para a Covid-19 em pessoas presas – o que corresponde a 4,9%% da população carcerária no país. Entre servidores foram aplicados 28.777 exames, o equivalente a 22,6% do contingente de trabalhadores nesses estabelecimentos. Há ainda outros 18.267 testes realizados em unidades prisionais em estados que não distinguiram a que segmento foram destinados – é o caso de Ceará e Distrito Federal. No socioeducativo, houve testagem de 5.618 adolescentes privados de liberdade e de 12.949 trabalhadores dessas unidades, em 23 estados. O Mato Grosso do Sul não distinguiu as categorias de público de seus 180 exames realizados.
Ainda de acordo com o monitoramento do GMF, 21 estados informaram atividades realizadas por seus comitês de acompanhamento e combate à propagação da doença. Quanto à destinação de verbas de penas pecuniárias para o combate à pandemia, subiu de 22 para 24 os estados que comunicaram que estão adotando a medida, com um montante que totaliza R$ 60,1 milhões.
Enquanto Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Piauí e Rio Grande do Sul registraram o recebimento de aportes federais para ações de combate à Covid-19 nos ambientes de privação de liberdade, São Paulo e Paraná receberam recursos do Tesouro estadual. A Justiça estadual e órgãos como o Ministério Público do Trabalho também dispuseram de valores para estados como Sergipe. No Mato Grosso do Sul, há aportes oriundos da retenção de 10% de recursos advindos do trabalho de pessoas presas e, no Maranhão, foram destinados valores provenientes de multas contratuais com o poder público.
Contaminações e óbitos
O boletim semanal do CNJ sobre contágios e óbitos por Covid-19 é publicado às quartas-feiras a partir de dados dos poderes públicos locais e ocorrências informadas ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen). O levantamento aponta que nos últimos sete dias foram registrados 1.619 novos casos de coronavírus entre pessoas privadas de liberdade e 607 entre servidores. No caso do sistema socioeducativo, somente nesta semana foram 154 novos casos entre servidores e 61 entre reeducandos.
A cada edição o boletim traz um ponto analítico acerca do contexto da pandemia e, nesta semana, destaca como diferenças nas estruturas das unidades prisionais, nas medidas preventivas, assim como nas políticas de testagem – com especial atenção à data em que se iniciaram – podem impactar no cenário da Covid-19 nesses estabelecimentos.
A análise tem como base a evolução das ocorrências nas diferentes regiões do país. Em 15 de junho, a maior incidência de casos estava no Centro-Oeste (37,3%), no Nordeste (27,9%) e no Norte (18,6%) – embora tais regiões concentrem apenas 9,7%, 18,6% e 8,4% da população carcerária. Por outro lado, as regiões Sudeste e Sul acumulavam 10,5% e 5,7% dos casos de Covid-19 entre pessoas presas – apesar de concentrarem uma parcela significativa da população encarcerada no país: 50,6% e 12,6%, respectivamente.
Esse cenário passou a se transformar no final de julho, com aumento significativo de casos nas regiões Sudeste e Sul. Atualmente, o Sudeste concentra 31,8% do total de ocorrências de Covid-19 entre pessoas privadas de liberdade, seguido do Centro-Oeste (22,5%), do Nordeste (19,5%), do Sul (16,5%) e do Norte (9,7%).
Em relação aos óbitos, a evolução dos registros ocorreu de forma bastante diferente. O Sudeste se manteve por todo o período (junho a agosto de 2020) concentrando cerca de metade das ocorrências (48% a 55%) – índice próximo à parcela da população carcerária concentrada na região (50,6%). No mesmo período, o Nordeste teve uma redução significativa de sua participação no total de óbitos (de 22,2% para 15,4%), enquanto Centro-Oeste e Sul apresentaram crescimento: de 7,4% e 0%, em 15 de junho, para 10,6% e 9,6%, em 31 de agosto. A região Norte se manteve estável, concentrando cerca de 14% dos óbitos registrados ao longo do período.
O levantamento e sistematização de informações sobre Covid-19 em estabelecimentos penais e no sistema socioeducativo é uma iniciativa do DMF/CNJ em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD Brasil) e apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, para superar desafios estruturais dos sistemas de privação de liberdade no país.
Coluna Esplanada
BRASÍLIA, QUINTA-FEIRA, 3 DE SETEMBRO DE 2020
Bronca geral
Choveram ligações de industriais e do alto patronato para a mesa do presidente Jair Bolsonaro, ontem, quando a turma do andar de cima confirmou que o Ministério da Saúde classificara o Coronavírus como doença ocupacional. Os jurídicos das empresas entraram em desespero, tamanha seria a enxurrada de ações trabalhistas País adentro. Bolsonaro telefonou para o ministro Pazuello, e mandou revogar. A bronca foi geral.
Caneta política
A Coluna cantou dia 27 de julho que o presidente não avalizaria a renovação do ajuste fiscal do Estado do Rio com Wilson Witzel no cargo. A papelada será assinada.
Corte acima
Pelo menos quatro ministros do Superior Tribunal de Justiça bajulam, no juridiquês, o presidente Bolsonaro.
Sentiu
Piada pronta no DF: secretário de Saúde preso por suspeita de fraudes em testes rápidos, Francisco Araújo pediu transferência do presídio da Papuda por medo do Covid-19.
Boleto..
Agora que a posse do Palácio Guanabara não está sub judice mais, com a decisão do STF após mais de um século de impasse, será que a União, a dona de fato, vai cobrar aluguel do Governo do Estado do Rio de Janeiro? A Secretaria de Patrimônio da União, responsável pelo imóvel, analisava ontem o caso, questionada pela reportagem.
..histórico
O processo judicial, que tinha como parte a Princesa Isabel, pedia reconhecimento e indenização para a família real, pela perda do Palácio Guanabara em 1889, devido à Proclamação da República. Malhete batido, é do Governo Federal.
Perderam
Quatro herdeiros diretos da Princesa Isabel eram partes no processo – um deles como advogado – para requerer a herança. O Palácio vale, hoje, centenas de milhões de reais.
Esperança no ar
Ainda há esperança, e a dica ficou com a resposta do Ministério da Defesa à Coluna: apesar de cancelada na Esplanada, o Palácio avalia como será a festa do 7 de Setembro, para não passar batida. Brasilienses querem ver a Esquadrilha da Fumaça.
Ah, novato
Morreu na praia de Boa Viagem a candidatura do deputado federal Túlio Gadelha (PDT) a prefeito do Recife. O presidente nacional do partido, Carlos Lupi, desembarcou na cidade e adiou a convenção que o alçaria à disputa. Lupi ainda bateu ponto no Palácio das Princesas, sede do Governo de Paulo Câmara, do PSB – aliado do PDT.
Frevo combinado
A aposta é que até dia 8, na nova convenção, o PDT frite o novato na política. Quem conhece o frevo já crava que Lupi rifou Túlio – que coninuará, por ora, conhecido apenas como namorado da Fátima Bernardes. No próprio PDT, correligionários antigos dizem que ele não tem mão calejada para o peso da caneta municipal.
Ano perdido
Um empresário do setor de concursos e TI ofereceu ao Governo do DF em 2015 um software inovador para aulas online na rede pública. Ninguém deu atenção. Hoje, com evasão escolar, vê-se o esforço dos professores e autoridades para salvar o ano.
Não é bem assim
Opositores do prefeito Cláudio Chumbinho, de São Pedro da Aldeia (RJ), espalharam que ele cortou salário de comissionados pré-candidatos a vereadores, de outros partidos, em retaliação. Balela. Pela lei, todos foram exonerados para disputar a vaga na eleição.
ESPLANADEIRA
# Descartes traz para América Latina nova ferramenta voltada para segmento de e-commerce, “Peoplevox”. # Inscrições para 4º edição do Prêmio Policiais Federais de Jornalismo estão abertas até dia 30. # Escritório Kasznar Leonardos Propriedade Intelectual registra crescimento de 55% nas demandas por projetos referentes à LGPD. # 17ª edição da Conferência de Segurança Internacional do Forte de Copacabana acontece virtualmente nos dias 24 e 25.
PE registra um total de 111.941 pacientes recuperados da Covid-19
Os casos graves confirmados da doença estão distribuídos por 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha e da ocorrência de pacientes e outros Estados e países.
Também foram confirmados laboratorialmente 42 óbitos (sendo 18 do sexo masculino e 24 do sexo feminino). Os novos óbitos confirmados são de pessoas residentes nos municípios de Arcoverde (2), Belo Jardim (1), Bom Jardim (1), Cabrobó (1), Camaragibe (2), Custódia (1), Escada (1), Garanhuns (3), Gravatá (2), Itapissuma (1), Jaboatão dos Guararapes (2), Olinda (2), Palmerina (1), Passira (2), Paulista (2), Petrolina (2), Recife (4), São José do Belmonte (1), São José do Egito (2), São Lourenço da Mata (7) e Vitória de Santo Antão (2). Com isso, o Estado totaliza 7.656 mortes pela doença.
As mortes registradas ocorreram entre 15 de abril e 1º de setembro. Do total de mortes do informe, 17 (40%) ocorreram nos últimos três dias, sendo 4 óbitos registrados na terça-feira (1º/09), 9 em 31/08 e 4 em 30/08. As outras 25 mortes (60%) ocorreram entre os dias 15/04 e 29/08. Os pacientes tinham idades entre 24 e 92 anos. As faixas etárias são: 20 a 29 (2), 40 a 49 (2) 50 a 59 (4), 60 a 69 (7), 70 a 79 (14), 80 anos ou mais (13).
Dos 42 pacientes que vieram a óbito, 36 apresentavam comorbidades confirmadas: doença cardiovascular (21), diabetes (20), hipertensão (11), doença renal (5), doença respiratória (3), doença hepática (2), obesidade (2), AVC (1), Alzheimer (1), etilismo (1), imunossupressão (1), Parkinson (1), histórico de tabagismo (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Um não tinha comorbidades e os demais estão em investigação.
Com relação à testagem dos profissionais de saúde com sintomas de gripe, em Pernambuco, até agora, 20.889 casos foram confirmados e 33.014 descartados. As testagens entre os trabalhadores do setor abrangem os profissionais de todas as unidades de saúde, sejam da rede pública (estadual e municipal) ou privada. O Governo de Pernambuco foi o primeiro do país a criar um protocolo para testar e afastar os profissionais da área da saúde com sintomas gripais.
AGGEU MAGALHÃES – O governador Paulo Câmara prestigiou, na manhã de ontem (02.09), a celebração dos 70 anos do Instituto Aggeu Magalhães (IAM – Fiocruz PE). A abertura do evento foi transmitida online e contou com a participação da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, e dos secretários estaduais André Longo (Saúde) e Lucas Ramos (Ciência, Tecnologia e Inovação). Durante o evento também aconteceu o lançamento do livro “IAM: 70 anos de Pesquisa e Ensino para a Saúde”, organizado pelo atual diretor da instituição e pelos ex-diretores Eridan Coutinho (gestora de 1993 a 1997) – a única mulher a dirigir o Instituto em todos esses anos – e André Furtado (gestor de 1986 a 1993).
Na ocasião, o governador destacou a importância do Instituto e das pesquisas na melhoria da saúde pública, principalmente durante a pandemia do novo coronavírus. “A ciência precisa cada vez mais ter o seu valor ratificado, sendo colocada na pauta de todos os governantes e instituições. Todos os passos que tomamos desde o início dessa pandemia foi ouvindo a academia e a ciência. E é assim que vamos continuar, porque não tenho dúvidas de que isso foi decisivo e fundamental para estarmos aqui hoje”, pontuou Paulo Câmara.
O diretor do IAM, Sinval Brandão Filho, afirmou que o foco da instituição sempre foi dar respostas aos problemas da área da saúde e ajudar no enfrentamento de novos desafios que surgiram ao longo dessas sete décadas. “Foi assim em inúmeras outras situações e está sendo assim agora na pandemia da Covid-19, onde estamos buscando ajudar no entendimento na relação do vírus com o hospedeiro e também na realização de testes diagnósticos em auxílio ao Lacen-PE”, explicou.
Sobre o Instituto – O Aggeu Magalhães foi fundado em 1950 como unidade do Instituto de Endemias, vinculado ao Departamento de Endemias Rurais do Ministério da Saúde. Em 1970, foi integrado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A Fiocruz Pernambuco, como hoje é conhecida, possui em seu quadro de pesquisadores, mestres e doutores atuando em diversos projetos e linhas de pesquisa nas grandes áreas de Ciências Biológicas e Saúde Coletiva. Sua missão institucional é contribuir para a geração de conhecimentos e inovação tecnológica para a melhoria das condições sanitárias da população, particularmente na região Nordeste, mediante a geração de evidências científicas e tecnológicas indutoras de políticas de saúde e de ciência e tecnologia em saúde e de ações integradas de pesquisa, ensino, serviços e cooperação técnica.











