sábado, 2 de maio de 2026

Brasil tem queda recorde de mortes em média móvel por coronavírus; 19 estados têm óbitos caindo

O Brasil chegou ontem (8) a 127.517 mortes e 4.165.124 casos confirmados de coronavírus, aponta o consórcio de veículos de imprensa, em boletim concluído às 20h da terça. A média móvel de mortes registrou queda de 26% pelos critérios do consórcio.

Depois de sábado (5), esta é a terceira vez que a média móvel de mortes aparece com tendência de queda desde 5 de junho, e a primeira em que a queda supera os 20%. Pelos critérios do consórcio, variações de até 15%, para mais ou para menos, são consideradas indicativo de estabilidade.

O país registrou 516 mortes pela Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas, chegando ao total de 127.517 óbitos. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 691 óbitos, uma variação de -26% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Em casos confirmados, já são 4.165.124 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 17.526 desses confirmados nesta segunda. A média móvel de casos foi de 30.333 por dia, uma variação de -19% em relação aos casos registrados em 14 dias.

Os novos números de casos e mortes costumam apresentar queda durante os finais de semana e segundas-feiras, devido à redução temporária das equipes que fazem esses registros. Isso tende a ser compensado com números mais altos o longo da semana. Dessa forma, o feriado prolongado desta segunda-feira (7) pode ter influenciado ainda mais na baixa dos últimos dias.

Apenas um estado apresenta alta de mortes: AM. Em relação a segunda (7), RS, SP e TO estavam com o número de mortes estáveis, segundo a média móvel, e agora estão em queda. MT e AC apareciam em queda, e agora estão em estabilidade. RR aparecia em alta e agora tem tendência de baixa. No AM, ainda há reflexo da reclassificação de mortes de meses anteriores, das quais mais de 200 foram divulgadas com Covid como causa nas últimas semanas.

Brasil, 8 de setembro

Total de mortes: 127.517
Registro de mortes em 24 horas: 516
Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 691 por dia (variação em 14 dias: -26%)
Total de casos confirmados: 4.165.124
Registro de casos confirmados em 24 horas: 17.526
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 30.333 por dia (variação em 14 dias: -19%)
(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou dois boletins parciais, às 8h, com 127.004 mortes e 4.147.697 casos; e às 13h, com 127.084 mortes e 4.150.311 casos confirmados.)

Estados

Subindo (1 estado): AM
Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (7 estados): PR, MG, MS, MT, AC, PA e CE.
Em queda (19 estados): RS, SC, ES, RJ, SP, DF, GO, AP, RO, RR, TO, AL, BA, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás.

Caruaru registra mais dois óbitos por Covid-19

A Secretaria de Saúde de Caruaru informa que até esta terça (8) 93,75% dos pacientes já se recuperaram do novo coronavírus.

O número de testes realizados subiu para 20.490 dos quais 7.235 foram através do teste molecular e 13.255 do teste rápido, com 7.514 confirmações para à Covid-19, incluindo dois óbitos no período de 29 de junho a 9 de julho, sendo eles: Homem, 81 anos, sem comorbidades e um homem, 84 anos, com comorbidades.

O número de casos descartados subiu para 12.468.

Também já foram registrados 29.335 casos de síndrome gripal, dos quais 1.509 foram orientados a ficar em isolamento domiciliar.

Independência ou Morte

A proclamação da independência sempre nos conclama a lançar luzes da reflexão e embarcar ao longínquo 7 de setembro de 1822. Nessa data magna identitária para nossa nação, importante lembrar do legado da independência e de como ainda precisamos superar os atavismos históricos, para que a nossa independência seja experimentada em outra dimensão existencial como país, reconhecendo quais as persistentes mazelas sociais do passado e do presente, na construção de um país melhor e mais decente.

Entre tantos outros ingredientes que levaram à independência do Brasil do império ultramarino de Portugal, um dos fatores determinantes foi o retorno de Dom João VI a Portugal, e a decisão do parlamento português e das cortes portuguesas de extinguir o status jurídico internacional do Reino do Brasil.Com a decisão de Portugal, toda a autoridade do príncipe regente, d. Pedro I, foi retirada e transferida para a metrópole lusitana. Com esse fato, extinguiram-se dezenas de centenas e milhares de cargos públicos instalados pela corte de D. João, quando aqui aportou. Os servidores públicos foram logo convertidos em entusiasmados brasileiros patrióticos, por conta do desmonte do aparato administrativo estabelecido em 1808, quando da chegada da família real. Vê-se que o Brasil já nasce refém do estamento burocrático que, agarrado aos privilégios, quer um país independente, que lhe garanta a manutenção do status quo retirado por Portugal.

Em uma conexão com os dias atuais, o Brasil ainda não está absolutamente independente da uma elite do serviço público que, em alguns casos, mais se server do que serve ao país.

No Brasil de hoje, segundo os dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) 2019, o número de mulheres é superior ao de homens. A população brasileira é composta por 48,2% de homens e 51,8% de mulheres. Hoje, as mulheres são mais escolarizadas do que os homens, mas isso ainda não está refletido no mercado de trabalho, onde as trabalhadoras ganham, em média, 20,5% menos que os homens.

No Brasil de 1822, uma mulher qualificada foi personagem central da independência, Dona Leopoldina, que formou, junto ao ministro José Bonifácio e de Dom Pedro I, um triunvirato que conduziu o país para independência. Por ser mulher, seu papel foi lançado à secundariedade. No Brasil de Leopoldina e no de hoje, temos em comum uma desigualdade de gênero que deve ser superada, para que possamos ser realmente independentes.

Em um país sem identidade nacional, em 1822, pouca coisa unia os interesses incomuns das províncias do reino do Brasil. Um tema geral era comum a todos, a escravidão. Da província do Grão Pará aos pampas do Rio Grande, a escravidão sempre foi uma pauta comum aos brasileiros. O maior desafio da independência foi viabilizar a ruptura com Portugal sem comprometer a escravidão colonial. Só haveria independência se houvesse escravidão, mudando-se alguma coisa, para manter todo o resto.

Os ecos tenebrosos do chicote, dos grilhões e as trancas das senzalas ainda são ouvidos. Atualmente, em todos os indicadores sociais do Brasil os negros saem perdendo, só liderando no número de pessoas mortas. Morrem 40% mais negros que brancos por coronavírus no Brasil, dados do IBGE. Negros são 75% dos mortos pela polícia no Brasil, segundo relatório produzido pela Rede de Observatórios da Segurança, grupo de estudos sobre violência nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará e Pernambuco. Não estava na pauta da independência o fim da escravidão e que se levasse mais decência aos negros no Brasil. A independência, pelo contrário, levou a mais mortes.

Que possamos por fim às injustiças históricas e que o Brasil possa declarar a INDEPENDÊNCIA em relação aos parasitas do estado. Cultuar a INDEPENDÊNCIA das mulheres por igualdade. E superar as MORTES por cor da pele e ausência de políticas inclusivas do povo que ainda sofre por erros do passado, enterrando, de vez, o racismo.

INDEPENDÊNCIA OU MORTE.
Viva o Brasil!

Vem aí a Série D! Chegou a hora da Patativa

A Série D do Campeonato Brasileiro chega neste mês de setembro para aguçar a paixão dos torcedores. Em se tratando de Central Sport Club, veterano na competição com dez participações, a disputa do tão sonhado acesso à Série C de 2021 tem sabor de obrigação para um clube centenário que merece figurar em melhores situações nas páginas do nosso futebol.

O treinador Sílvio Criciúma, junto com sua comissão técnica, sabe da grande responsabilidade em resgatar um clube de tanta tradição. O alvinegro, que já enfrentou as maiores agremiações do Brasil no sagrado gramado do Lacerdão, necessita de voos mais altos.

Independente de resultados recentes de outros clubes, a torcida não pode esquecer que a Patativa é o maior e mais tradicional clube do Interior de Pernambuco. Sem contar com o seu patrimônio, considero um dos expansivos no Norte-Nordeste.

Mas o futebol é uma caixinha de surpresa. Nem sempre o esperado acontece e podemos ter surpresas nesta Serie D. É bom lembrar que nos últimos anos o alvinegro em muitas vezes bateu na trave. Mas na opinião desse colunista, chegou a hora, sim, e o glorioso preto e branco merece e tem todas as condições para o acesso. Só nos resta gritar cada vez mais alto: Avante, Patativa.

Agronegócio x Crescimento

Recentemente falamos sobre o resultado das contas externas com saldo recorde no mês de julho e, também, no acumulado no ano de 2020. O Brasil tem uma base de exportações muito sólida que é puxada pelo agronegócio. Estimativas da CONAB apontam para uma produção de 250,5 toneladas de grãos em 2020, número este menor 400 mil toneladas comparativamente ao ano passado. Diversos fatores estão favorecendo o agronegócio, dentre eles, a questão tecnológica tem sido fundamental e tem trazido mais eficiência ao setor.

Notadamente, o desempenho no campo tem contribuído bastante para mitigar os efeitos negativos da pandemia. Em 2019, o Brasil gerou, aproximadamente, 1 milhão de novos empregos e este ano, perdemos algo em torno de 1,2 milhão. em alguns comentários passados já havia alertado que o PIB cairia um percentual aproximado de 10% e até o momento a estimativa aponta para 9,7% de queda. Cabe salientar que das economias mais preponderantes no mundo, apenas a China cresceu 11% no segundo trimestre.  O México caiu 18%, o Reino Unido tem queda de 20% e o Peru tem queda de 27%.

A destruição da economia vai levar um tempo causando efeitos e o processo de recuperação é gradual, lento, numa velocidade totalmente diferente do que a sociedade espera. As cartas disponíveis já foram colocadas à mesa: liberdade econômica, reforma da previdência, pagamentos instantâneos que vai vigorar a partir de novembro próximo, etc. Precisa definir política para o cambio. Com o dólar no patamar atual, as exportações crescem, mas isso se prolongar por um tempo elástico, tem outras implicações. Espera-se que aumento nas exportações gerem aumentos na demanda interna, mas os números indicam que isso não tem ocorrido e, logicamente, a redução na renda é o principal determinante.

Tem sido visto a abertura de novas vagas para setores que retomaram as atividades. No caso de restaurantes, bares, lojas de departamentos, dentre outros, está sendo anunciada a contratação de funcionários. Isso é bom, mas há outros gargalos no setor público que precisam ser enfrentados. Por exemplo, o legislativo e o judiciário possuem uma gama de privilégios difíceis de ruptura. Prêmios, bônus, etc. geram salários e aposentadorias acima do teto constitucional e fica por isso mesmo.

No mais, cabe lembrar o discurso de Guedes quando assumiu o ministério: inflação, crescimento e fiscal. A inflação está sendo contida com a falta de renda, mas, ainda assim, produtos de primeira necessidade tiveram aumento. Alguns não entenderão porque supermercados funcionaram, mas esqueceram que os produtores, não. Diminuiu a oferta. A parte fiscal tem sinalizações com as reformas e o crescimento precisa ter suas estratégias repensadas.

Morre gerente de Necrópole de Caruaru

Faleceu na manhã de ontem (07), em Caruaru, o gerente municipal de Necrópole, Geraldo Clemente.  Com 69 anos, Geraldo vinha lutando contra um câncer. O corpo de Geraldo foi sepultado, na tarde do domingo, no Cemitério Parque dos Arcos.

A Prefeitura de Caruaru lamentou, através de nota,  a morte de Geraldo. “É com bastante tristeza que a Secretaria de Serviços Públicos de Caruaru recebe a notícia do falecimento de Geraldo Clemente. Há mais de 30 anos atuando no serviço público municipal, Geraldo atuava como gestor dos cemitérios públicos da cidade. À família e aos amigos, a Sesp registra os mais sinceros sentimentos e desejos de força nesse momento de dor”.

Mercado financeiro prevê queda da economia em 5,31% este ano

A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 5,28% para 5,31%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 15 semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC alteraram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 1,77% para 1,78%, neste ano.

Para 2021, a estimativa de inflação permanece em 3%, há 12 semanas consecutivas. A previsão para 2022 e 2023 também não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente.

A projeção para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2% ao ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 2,88% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 4,5% ao ano e para o final de 2023, 5,75% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,25, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5.

Agência Brasil

Caixa credita hoje saque emergencial do FGTS para nascidos em outubro

Cerca de 5 milhões de trabalhadores nascidos em outubro começam a receber hoje (8) R$ 3,2 bilhões em crédito do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de até R$ 1.045. O pagamento será feito por meio da conta poupança digital da Caixa Econômica Federal.

Apesar de a Medida Provisória 946, que instituiu o saque emergencial, ter perdido a validade, a Caixa manteve o calendário de saques, com base no princípio da segurança jurídica. Ao todo, o governo pretende injetar R$ 37,8 bilhões na economia, beneficiando cerca de 60 milhões de pessoas.

Anunciado como instrumento de ajuda aos trabalhadores afetados pela pandemia do novo coronavírus, o saque emergencial permite a retirada de até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas no FGTS. O valor abrange tanto as contas ativas quanto as inativas.

Nesta fase, o dinheiro poderá ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem. A ferramenta permite o pagamento de boletos (água, luz, telefone), compras com cartão de débito virtual em sites e compras com código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de cartão de lojas parceiras, com débito instantâneo do saldo da poupança digital.

Liberação para saque

O dinheiro só será liberado para saque ou transferência para outra conta bancária a partir de 31 de outubro, para os trabalhadores nascidos nesse mês. O calendário de crédito na conta poupança digital e de saques foi estabelecido com base no mês de nascimento do trabalhador.

Até agora, a Caixa creditou o saque emergencial do FGTS para os trabalhadores nascidos de janeiro a setembro. Os beneficiários nascidos em abril tiveram o dinheiro liberado para saque no último sábado (5).

Agência Brasil

Campanha Serasa Limpa Nome termina nesta terça-feira

Termina nesta terça-feira (8) o prazo para quitação de dívidas por apenas R$ 100, uma iniciativa da Serasa em conjunto com 21 empresas parceiras: Tricard, Recovery, Ativos, Itapeva, Credsystem, Avon, Pernambucanas, Casas Bahia, Ponto Frio, Anhanguera, Unopar, Pitagoras, Unime, Iuni, Uniderp, Unirondon, Unique, Hoepers, Algar, Calcard e Vivo. Até momento, a campanha Serasa Limpa Nome negociou o pagamento de 2,5 milhões de débitos.

A oportunidade vale para quem possuir dívidas que variam entre R$ 200 e R$ 1.000 com as empresas envolvidas. De acordo com a Serasa, um total de 21,5 milhões de dívidas podem ser quitadas nesta campanha.

Passo a passo

A Serasa criou um roteiro prático para que os consumidores possam aproveitar o último dia renegociações por R$ 100. Como as agências físicas da empresa estão fechadas durante a pandemia, todo o processo está sendo feito exclusivamente pela internet.

O primeiro passo é acessar o site da Serasa ou baixar o aplicativo no celular, digitar o CPF e preencher um breve cadastro. Com isso, é possível usar os serviços com a garantia de que só o próprio consumidor terá acesso aos seus dados. O interessado também pode regularizar débitos financeiros pelo WhatsApp, através do número: (11) 98870-7025.

Ao entrar na plataforma, todas as informações financeiras do consumidor já aparecerão na tela, devidamente explicadas, incluindo as dívidas que tiver. Se quiser conhecer as condições oferecidas para pagamento, basta clicar para ser direcionado até uma nova página, onde serão apresentadas as mais variadas opções para renegociar cada débito.

Depois que você escolher uma das opções de valor, é só escolher se vai ser à vista ou em parcelas, e a melhor data de vencimento. Em seguida, a plataforma da Serasa gera um ou mais boletos, dependendo da forma de pagamento escolhida, já com a data de vencimento escolhida. Com o boleto o consumidor pode optar em pagar pelo aplicativo do banco em que tiver conta, que consegue ler o arquivo diretamente do computador, ou então imprimir a via e pagar na agência ou nas casas lotéricas.

 

Agência Brasil

Programa Cidades Sustentáveis disponibiliza carta-compromisso destinada a pré-candidatos nas eleições 2020

O Programa Cidades Sustentáveis (PCS) lançou uma iniciativa para auxiliar pré-candidatos nas eleições municipais deste ano com temas relacionados ao desenvolvimento sustentável. A entidade está disponibilizando em seu site três cartas de compromisso, uma para pré-candidatos à prefeitura, outra a ser assinada por pré-candidatos à Câmara Municipal e a terceira destinada aos partidos políticos.

Ao assinar os documentos, os postulantes aos cargos públicos e as siglas se comprometem a seguirem uma série de ações relacionadas ao Meio Ambiente. Cada carta possui uma quantidade de indicadores. Segundo Zuleide Goulart, coordenadora do Programa Cidades Sustentáveis, além de firmarem compromisso com a sustentabilidade a assinatura do documento possibilita que a entidade trace um perfil dos municípios brasileiros.

“O objetivo é identificar as reais necessidades, quais são as áreas mais vulneráveis, quais políticas públicas devem ser implementadas e quais investimentos devem ser feitos. A partir desse diagnóstico, será possível realizar um plano de metas para os quatros anos de gestão.”

A carta-compromisso a ser assinada pelos pré-candidatos também engloba ações de combate à desigualdade social. Além disso, o documento está alinhado com a Agenda 2030, plano de ações da Organização das Nações Unidas (ONU) que contém 169 metas a serem alcançadas em até 10 anos, entre elas a erradicação da pobreza, promoção da igualdade de gênero, fornecimento de energia limpa, entre outras.

Zuleide Goulart diz que, ao firmarem compromisso com essas metas, os gestores públicos se responsabilizam a seguirem esses propósitos de forma colaborativa com a sociedade civil. “Esse é um dos compromissos: fazer [essa parceria] de forma participativa, com a realização de audiências públicas e colher as propostas da sociedade.”

A campanha ocorre em parceria com o Projeto CITinova e apoio do Instituto Arapyaú. O Programa Cidades Sustentáveis afirma que a carta-compromisso vem apresentando resultados desde a sua implementação, em 2016, e que mais de 60 municípios brasileiros, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, criaram leis que torna obrigatória a assinatura do documento por candidatos.