segunda-feira, 20 de julho de 2026

Brasil possui 197 registros e 14 mortes relacionadas à síndrome pediátrica rara associada ao novo coronavírus

Boletim do Ministério da Saúde aponta 197 casos de crianças e adolescentes entre 0 e 19 anos acometidos com a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), doença rara associada à Covid-19. O documento mostra registros da doença até 22 de agosto e indica que, até aquele dia, havia 14 casos de óbitos por conta da doença.

A enfermidade foi registrada em 13 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Os estados do Pará e do Rio de Janeiro são as unidades da federação com a maior quantidade de mortes, registrando três óbitos cada um.

De acordo com o Ministério da Saúde, pacientes com a doença pediátrica geralmente apresentam febre persistente acompanhada de um conjunto de sintomas que podem incluir dor abdominal, conjuntivite,  erupções cutâneas, entre outros. Segundo a pasta, a maioria dos casos relatados apresentam exames laboratoriais que indicam infecção atual ou recente pelo novo coronavírus.
Fonte: Brasil 61

Governo de Pernambuco publica edital para reforma do terminal de passageiros do Aeroporto de Caruaru

A Secretaria Estadual de Infraestrutura e Recursos Hídricos publicou o edital para contratação da empresa responsável pela execução da reforma do prédio do terminal de passageiros do Aeroporto Oscar Laranjeira, em Caruaru. A iniciativa também inclui a remoção dos obstáculos determinados pelo Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo (PBZPA). O investimento previsto é de R$ 529.779,21.

A previsão é a de que os serviços sejam concluídos em, no máximo, dois meses, após o início das obras. “O planejamento das ações voltadas para a melhoria da infraestrutura dos aeródromos regionais é uma pauta acompanhada de perto pelo governador Paulo Câmara, justamente por sua importância e impacto na logística, na geração de emprego e renda e, consequentemente, na qualidade de vida da população. O objetivo dessa ação é adequar o terminal de Caruaru, a fim de possibilitar a operação de voos comerciais.”, pontuou a secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista.

A abertura do certame está agendada para o dia 25 de setembro, a partir das 10h, na sede da Seinfra, que fica na Avenida Cruz Cabugá, 1111, Santo Amaro, Recife. O edital e os anexos estão disponíveis no site: www.licitacoes.pe.gov.br.

PBZPA – Este ano, a Seinfra concluiu e encaminhou para certificação do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACT) o Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromos (PBZPA). O plano é estratégico para garantir a segurança das operações aeroportuárias, porque identifica previamente possíveis obstáculos com potencial de interferir na segurança de voo das aeronaves.

Mais de 115 mil pessoas conseguiram se recuperar da Covid-19 em PE, porém aglomerações no feriadão preocupam

Mais de 115 mil pessoas conseguiram se recuperar da Covid-19 em Pernambuco após serem diagnosticadas com o novo coronavírus e apresentarem a forma grave ou leve da doença. Ontem (08.09), a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou 115.154 curas clínicas do total de 132.590 pacientes infectados, o que corresponde a 86,8% do total de pessoas confirmadas laboratorialmente com a doença.

Do total de recuperados, 100.021 registros, ou seja, 86,8% deles foram classificados como leves e não precisaram de internamento hospitalar por apresentarem sinais moderados ou um quadro assintomático da doença. Já 13,2%, o que corresponde a 15.133 pacientes apresentaram complicações mais severas e foram diagnosticadas com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), necessitando de internamento hospitalar. Em relação aos casos leves, o sexo feminino representa 56% do número de recuperações e 52% das curas do total dos casos graves.

“Para estas pessoas que se enquadraram como casos graves as novas vagas abertas pelo Governo de Pernambuco e pelas prefeituras, especialmente a do Recife, no maior esforço sanitário, logístico e de mobilização de insumos, equipamentos e recursos humanos, foram fundamentais para que pudessem se curar”, pontuou o secretário estadual de Saúde, André Longo, durante coletiva de imprensa.

Durante análise dos dados, o secretário André Longo afirmou que os indicadores seguem tendência de queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e também dos óbitos. “Passada mais uma semana, os indicadores seguem na tendência que já vínhamos observando, com uma queda nos casos de Srag e também dos óbitos. No Estado como um todo, na comparação de 15 dias, tivemos uma redução de 26,6% nos casos de Srag e de 36,8% nos óbitos. Mas, como sempre ressalto aqui, ainda não há um comportamento homogêneo no Estado e nem mesmo dentro das próprias macorregiões e seguiremos realizando uma análise regionalizada destes indicadores”, comentou.

Ontem também foram registrados 170 novos casos da Covid-19. Entre os confirmados, 24 (14%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e os outros 146 (86%) são leves, ou seja, pacientes que não demandaram internamento hospitalar. Agora, Pernambuco totaliza 132.590 casos confirmados, sendo 25.613 graves e 106.977 leves. Os casos graves confirmados da doença estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

“Hoje, infelizmente, preciso lamentar os registros de aglomerações e extrema falta de cuidado de parte da população nas praias e outros ambientes durante o final de semana prolongado e feriado. São atitudes egoístas, equivocadas e que nos causam grande preocupação e até indignação, porque colocam em risco tudo o que conquistamos até agora e também a saúde e a vida de todos. Os dados epidemiológicos desta e da próxima semana nos darão a real dimensão do impacto destas aglomerações e serão essenciais para as decisões que teremos que tomar e também na reavaliação das aberturas de serviços no Estado.

É fato: todo mundo gostaria de voltar a uma vida normal, mas não existe vida normal quando se convive com um vírus que mata. Só no Brasil já são mais de 125 mil vidas perdidas para a Covid, mais de 7 mil só aqui em Pernambuco. Então é preciso que as pessoas reflitam antes de correr tanto risco. Entendam, a pandemia não acabou e o momento ainda exige muita cautela e não nos dá o direito de relaxar. O apelo é para que todos sigam as orientações incorporando ao cotidiano os cuidados e medidas de prevenção”, pontuou André Longo.

Também foram confirmados laboratorialmente 20 óbitos (sendo 15 do sexo masculino e 5 do sexo feminino). Os novos óbitos confirmados são de pessoas residentes nos municípios de Abreu e Lima (2), Agrestina (1), Águas Belas (1), Araripina (1), Belo Jardim (1), Goiana (1), Igarassu (1), Itaquitinga (1), Jaboatão dos Guararapes (2), Ouricuri (1), Poção (1), Recife (3), Santa Cruz do Capibaribe (1), Santa Filomena (1) e São Caitano (2). Com isso, o Estado totaliza 7.741 mortes pela doença.

As mortes registradas ocorreram entre 15 de julho e 07 de setembro. Do total de mortes, 10 (50%) ocorreram neste mês de setembro, sendo 3 registradas na segunda (07/09), 4 em 06/09 e 2 em 05/09. Os outros 10 registros (50%) ocorreram entre os dias 15/07 e 24/08.

Os pacientes tinham idades entre 51 e 96 anos. As faixas etárias são: 50 a 59 (3), 60 a 69 (4), 70 a 79 (9), 80 anos ou mais (4). Dos 20 pacientes que vieram a óbito, todos apresentavam comorbidades confirmadas: doença cardiovascular (16), diabetes (9), hipertensão (6), obesidade (2), histórico de tabagismo (1), doença respiratória (1) e doença de Alzheimer (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade.

Com relação à testagem dos profissionais de saúde com sintomas de gripe, em Pernambuco, até agora, 21.063 casos foram confirmados e 34.029 descartados. As testagens entre os trabalhadores do setor abrangem os profissionais de todas as unidades de saúde, sejam da rede pública (estadual e municipal) ou privada. O Governo de Pernambuco foi o primeiro do país a criar um protocolo para testar e afastar os profissionais da área da saúde com sintomas gripais.

Brasil tem queda recorde de mortes em média móvel por coronavírus; 19 estados têm óbitos caindo

O Brasil chegou ontem (8) a 127.517 mortes e 4.165.124 casos confirmados de coronavírus, aponta o consórcio de veículos de imprensa, em boletim concluído às 20h da terça. A média móvel de mortes registrou queda de 26% pelos critérios do consórcio.

Depois de sábado (5), esta é a terceira vez que a média móvel de mortes aparece com tendência de queda desde 5 de junho, e a primeira em que a queda supera os 20%. Pelos critérios do consórcio, variações de até 15%, para mais ou para menos, são consideradas indicativo de estabilidade.

O país registrou 516 mortes pela Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas, chegando ao total de 127.517 óbitos. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 691 óbitos, uma variação de -26% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Em casos confirmados, já são 4.165.124 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 17.526 desses confirmados nesta segunda. A média móvel de casos foi de 30.333 por dia, uma variação de -19% em relação aos casos registrados em 14 dias.

Os novos números de casos e mortes costumam apresentar queda durante os finais de semana e segundas-feiras, devido à redução temporária das equipes que fazem esses registros. Isso tende a ser compensado com números mais altos o longo da semana. Dessa forma, o feriado prolongado desta segunda-feira (7) pode ter influenciado ainda mais na baixa dos últimos dias.

Apenas um estado apresenta alta de mortes: AM. Em relação a segunda (7), RS, SP e TO estavam com o número de mortes estáveis, segundo a média móvel, e agora estão em queda. MT e AC apareciam em queda, e agora estão em estabilidade. RR aparecia em alta e agora tem tendência de baixa. No AM, ainda há reflexo da reclassificação de mortes de meses anteriores, das quais mais de 200 foram divulgadas com Covid como causa nas últimas semanas.

Brasil, 8 de setembro

Total de mortes: 127.517
Registro de mortes em 24 horas: 516
Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 691 por dia (variação em 14 dias: -26%)
Total de casos confirmados: 4.165.124
Registro de casos confirmados em 24 horas: 17.526
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 30.333 por dia (variação em 14 dias: -19%)
(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou dois boletins parciais, às 8h, com 127.004 mortes e 4.147.697 casos; e às 13h, com 127.084 mortes e 4.150.311 casos confirmados.)

Estados

Subindo (1 estado): AM
Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (7 estados): PR, MG, MS, MT, AC, PA e CE.
Em queda (19 estados): RS, SC, ES, RJ, SP, DF, GO, AP, RO, RR, TO, AL, BA, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás.

Caruaru registra mais dois óbitos por Covid-19

A Secretaria de Saúde de Caruaru informa que até esta terça (8) 93,75% dos pacientes já se recuperaram do novo coronavírus.

O número de testes realizados subiu para 20.490 dos quais 7.235 foram através do teste molecular e 13.255 do teste rápido, com 7.514 confirmações para à Covid-19, incluindo dois óbitos no período de 29 de junho a 9 de julho, sendo eles: Homem, 81 anos, sem comorbidades e um homem, 84 anos, com comorbidades.

O número de casos descartados subiu para 12.468.

Também já foram registrados 29.335 casos de síndrome gripal, dos quais 1.509 foram orientados a ficar em isolamento domiciliar.

Independência ou Morte

A proclamação da independência sempre nos conclama a lançar luzes da reflexão e embarcar ao longínquo 7 de setembro de 1822. Nessa data magna identitária para nossa nação, importante lembrar do legado da independência e de como ainda precisamos superar os atavismos históricos, para que a nossa independência seja experimentada em outra dimensão existencial como país, reconhecendo quais as persistentes mazelas sociais do passado e do presente, na construção de um país melhor e mais decente.

Entre tantos outros ingredientes que levaram à independência do Brasil do império ultramarino de Portugal, um dos fatores determinantes foi o retorno de Dom João VI a Portugal, e a decisão do parlamento português e das cortes portuguesas de extinguir o status jurídico internacional do Reino do Brasil.Com a decisão de Portugal, toda a autoridade do príncipe regente, d. Pedro I, foi retirada e transferida para a metrópole lusitana. Com esse fato, extinguiram-se dezenas de centenas e milhares de cargos públicos instalados pela corte de D. João, quando aqui aportou. Os servidores públicos foram logo convertidos em entusiasmados brasileiros patrióticos, por conta do desmonte do aparato administrativo estabelecido em 1808, quando da chegada da família real. Vê-se que o Brasil já nasce refém do estamento burocrático que, agarrado aos privilégios, quer um país independente, que lhe garanta a manutenção do status quo retirado por Portugal.

Em uma conexão com os dias atuais, o Brasil ainda não está absolutamente independente da uma elite do serviço público que, em alguns casos, mais se server do que serve ao país.

No Brasil de hoje, segundo os dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) 2019, o número de mulheres é superior ao de homens. A população brasileira é composta por 48,2% de homens e 51,8% de mulheres. Hoje, as mulheres são mais escolarizadas do que os homens, mas isso ainda não está refletido no mercado de trabalho, onde as trabalhadoras ganham, em média, 20,5% menos que os homens.

No Brasil de 1822, uma mulher qualificada foi personagem central da independência, Dona Leopoldina, que formou, junto ao ministro José Bonifácio e de Dom Pedro I, um triunvirato que conduziu o país para independência. Por ser mulher, seu papel foi lançado à secundariedade. No Brasil de Leopoldina e no de hoje, temos em comum uma desigualdade de gênero que deve ser superada, para que possamos ser realmente independentes.

Em um país sem identidade nacional, em 1822, pouca coisa unia os interesses incomuns das províncias do reino do Brasil. Um tema geral era comum a todos, a escravidão. Da província do Grão Pará aos pampas do Rio Grande, a escravidão sempre foi uma pauta comum aos brasileiros. O maior desafio da independência foi viabilizar a ruptura com Portugal sem comprometer a escravidão colonial. Só haveria independência se houvesse escravidão, mudando-se alguma coisa, para manter todo o resto.

Os ecos tenebrosos do chicote, dos grilhões e as trancas das senzalas ainda são ouvidos. Atualmente, em todos os indicadores sociais do Brasil os negros saem perdendo, só liderando no número de pessoas mortas. Morrem 40% mais negros que brancos por coronavírus no Brasil, dados do IBGE. Negros são 75% dos mortos pela polícia no Brasil, segundo relatório produzido pela Rede de Observatórios da Segurança, grupo de estudos sobre violência nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará e Pernambuco. Não estava na pauta da independência o fim da escravidão e que se levasse mais decência aos negros no Brasil. A independência, pelo contrário, levou a mais mortes.

Que possamos por fim às injustiças históricas e que o Brasil possa declarar a INDEPENDÊNCIA em relação aos parasitas do estado. Cultuar a INDEPENDÊNCIA das mulheres por igualdade. E superar as MORTES por cor da pele e ausência de políticas inclusivas do povo que ainda sofre por erros do passado, enterrando, de vez, o racismo.

INDEPENDÊNCIA OU MORTE.
Viva o Brasil!

Vem aí a Série D! Chegou a hora da Patativa

A Série D do Campeonato Brasileiro chega neste mês de setembro para aguçar a paixão dos torcedores. Em se tratando de Central Sport Club, veterano na competição com dez participações, a disputa do tão sonhado acesso à Série C de 2021 tem sabor de obrigação para um clube centenário que merece figurar em melhores situações nas páginas do nosso futebol.

O treinador Sílvio Criciúma, junto com sua comissão técnica, sabe da grande responsabilidade em resgatar um clube de tanta tradição. O alvinegro, que já enfrentou as maiores agremiações do Brasil no sagrado gramado do Lacerdão, necessita de voos mais altos.

Independente de resultados recentes de outros clubes, a torcida não pode esquecer que a Patativa é o maior e mais tradicional clube do Interior de Pernambuco. Sem contar com o seu patrimônio, considero um dos expansivos no Norte-Nordeste.

Mas o futebol é uma caixinha de surpresa. Nem sempre o esperado acontece e podemos ter surpresas nesta Serie D. É bom lembrar que nos últimos anos o alvinegro em muitas vezes bateu na trave. Mas na opinião desse colunista, chegou a hora, sim, e o glorioso preto e branco merece e tem todas as condições para o acesso. Só nos resta gritar cada vez mais alto: Avante, Patativa.

Agronegócio x Crescimento

Recentemente falamos sobre o resultado das contas externas com saldo recorde no mês de julho e, também, no acumulado no ano de 2020. O Brasil tem uma base de exportações muito sólida que é puxada pelo agronegócio. Estimativas da CONAB apontam para uma produção de 250,5 toneladas de grãos em 2020, número este menor 400 mil toneladas comparativamente ao ano passado. Diversos fatores estão favorecendo o agronegócio, dentre eles, a questão tecnológica tem sido fundamental e tem trazido mais eficiência ao setor.

Notadamente, o desempenho no campo tem contribuído bastante para mitigar os efeitos negativos da pandemia. Em 2019, o Brasil gerou, aproximadamente, 1 milhão de novos empregos e este ano, perdemos algo em torno de 1,2 milhão. em alguns comentários passados já havia alertado que o PIB cairia um percentual aproximado de 10% e até o momento a estimativa aponta para 9,7% de queda. Cabe salientar que das economias mais preponderantes no mundo, apenas a China cresceu 11% no segundo trimestre.  O México caiu 18%, o Reino Unido tem queda de 20% e o Peru tem queda de 27%.

A destruição da economia vai levar um tempo causando efeitos e o processo de recuperação é gradual, lento, numa velocidade totalmente diferente do que a sociedade espera. As cartas disponíveis já foram colocadas à mesa: liberdade econômica, reforma da previdência, pagamentos instantâneos que vai vigorar a partir de novembro próximo, etc. Precisa definir política para o cambio. Com o dólar no patamar atual, as exportações crescem, mas isso se prolongar por um tempo elástico, tem outras implicações. Espera-se que aumento nas exportações gerem aumentos na demanda interna, mas os números indicam que isso não tem ocorrido e, logicamente, a redução na renda é o principal determinante.

Tem sido visto a abertura de novas vagas para setores que retomaram as atividades. No caso de restaurantes, bares, lojas de departamentos, dentre outros, está sendo anunciada a contratação de funcionários. Isso é bom, mas há outros gargalos no setor público que precisam ser enfrentados. Por exemplo, o legislativo e o judiciário possuem uma gama de privilégios difíceis de ruptura. Prêmios, bônus, etc. geram salários e aposentadorias acima do teto constitucional e fica por isso mesmo.

No mais, cabe lembrar o discurso de Guedes quando assumiu o ministério: inflação, crescimento e fiscal. A inflação está sendo contida com a falta de renda, mas, ainda assim, produtos de primeira necessidade tiveram aumento. Alguns não entenderão porque supermercados funcionaram, mas esqueceram que os produtores, não. Diminuiu a oferta. A parte fiscal tem sinalizações com as reformas e o crescimento precisa ter suas estratégias repensadas.

Morre gerente de Necrópole de Caruaru

Faleceu na manhã de ontem (07), em Caruaru, o gerente municipal de Necrópole, Geraldo Clemente.  Com 69 anos, Geraldo vinha lutando contra um câncer. O corpo de Geraldo foi sepultado, na tarde do domingo, no Cemitério Parque dos Arcos.

A Prefeitura de Caruaru lamentou, através de nota,  a morte de Geraldo. “É com bastante tristeza que a Secretaria de Serviços Públicos de Caruaru recebe a notícia do falecimento de Geraldo Clemente. Há mais de 30 anos atuando no serviço público municipal, Geraldo atuava como gestor dos cemitérios públicos da cidade. À família e aos amigos, a Sesp registra os mais sinceros sentimentos e desejos de força nesse momento de dor”.

Mercado financeiro prevê queda da economia em 5,31% este ano

A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 5,28% para 5,31%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 15 semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC alteraram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 1,77% para 1,78%, neste ano.

Para 2021, a estimativa de inflação permanece em 3%, há 12 semanas consecutivas. A previsão para 2022 e 2023 também não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente.

A projeção para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2% ao ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 2,88% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 4,5% ao ano e para o final de 2023, 5,75% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,25, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5.

Agência Brasil